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TOP 7: Dortmund bicampeão!

22 de abril de 2012 Deixe um comentário

Após bater o Borussia Mönchengladbach por 2×0 neste sábado, o Borussia Dortmund se sagrou bi-campeão alemão. Foi à oitava vez que o time aurinegro conquistou o maior torneio da Alemanha. Se no último ano eu levantei os sete jogos chave para aquela conquista, desta vez falarei dos sete motivos que resultaram neste novo título.

- Aprendendo a jogar feio

Mesmo jogando mal, o BVB conquistou algumas vitórias (Reuters)

Quem se acostumou a ver o Borussia Dortmund da temporada passada, notou um time de toque de bola envolvente, jogo intenso e muita técnica. Não foi o caso do atual time ter perdido todas essas características, mas em alguns jogos o BVB precisou jogar feio para vencer, como nos duelos contra Hertha Berlin, Bayer Leverkusen e Werder Bremen, onde o futebol apresentando pelos comandados de Klopp foi abaixo do esperado. Na temporada anterior, qualquer jogo em que o Dortmund não conseguisse encaixar seu estilo técnico ia pro buraco.

- Götze

Quando Mário Götze se machucou no final de 2011, tudo parecia acabar para o Borussia Dortmund. Na época da lesão, o time estava jogando muito mal e só o garoto de 19 anos ia se sobressaindo, mas quando ele foi para no estaleiro, justamente o contrário começou a acontecer. O BVB passou a jogar bem sem o camisa 11 e acabou se tornando “independente” dele. Kuba, seu substituto, entrou e arrebentou. Kagawa – tema de um tópico seguinte – também se achou na temporada. Não que a saída de Götze tenha feito bem ao Dortmund, mas a sua ausência pôde mostrar aos demais

- Bons reservas

Um dos problemas da temporada passada do Borussia Dortmund era justamente o banco de reservas. Existiam poucas opções que realmente poderiam decidir jogos vindos da suplência. Isto mudou nos dias atuais. Kevin Grosskreutz e Ivan Perisic se revezavam na meia-esquerda, dependendo da ocasião e proposta de jogo, Jürgen Klopp escolhia um ou outro. Na zaga, Felipe Santana sempre entrou bem e chegou a marcar no clássico diante do Schalke. No 2º turno, Ilkay Gündogan finalmente justificou o investimento e proporcionou uma boa disputa de posição com Sven Bender. Essa variação só ajudou Klopp, que conseguiu ter uma base forte, mas podendo fazer mexidas objetivas!

- Poloneses

Piszczek, Lewandowski e Kuba tiveram boa dose de importância na conquista da Salva de Prata

Na temporada passada, o polonês Lukasz Piszczek já havia sido um dos destaques do Borussia Dortmund na lateral-direita, atuando sempre com regularidade e surgindo bem como uma válvula de escape, mas no bicampeonato ele viu dois conterrâneos lhe darem uma forcinha: Jakub Blaszczykowski e Robert Lewandowski. O primeiro está há muito tempo em Dortmund e sempre foi um reserva atuante, mas com a lesão de Götze, Kuba, como é carinhosamente chamado, ganhou mais oportunidades e foi muito bem. Podemos dizer que ele vive o melhor momento da carreira! Já Lewandowski usou a primeira temporada como adaptação e a segunda para deslanchar. Com Barrios contundido e demorando a voltar à velha forma, Lewangoalski tomou conta da posição e anotou 20 gols na Bundesliga, se tornando o artilheiro da equipe.

- Crescendo nos grandes jogos

Claro que nos torneios de pontos corridos deve-se vencer a maior quantidade de times possíveis, só que às vezes é mais importante derrotar os concorrentes diretos do que os times de meio de tabela. O Borussia Dortmund de Jürgen Klopp passou com êxito nesse quesito. Diante de Bayern, Schalke e Gladbach – 2º, 3º e 4º colocados, respectivamente -, o BVB somou 16 dos 18 pontos possíveis. Apenas um empate com os Potros mudou essa seqüência, que não deixa de ser ótima e mostrando ser um dos grandes fatores para esta conquista.

- Kagawa

Shinji Kagawa perdeu quase todo o 2º turno da temporada passada, mas não fez tanta falta como no início desta edição da Bundesliga, quando curiosamente estava inteiro fisicamente. O japonês iniciou a competição jogando muito mal e amargando até o banco de reservas. Chegou 2012 e com o ano novo veio o “futebol velho” de Kagawa, que passou a ser “O Cara” do Dortmund. A evolução do japonês foi tão grande que não é exagero algum dizer que ele é o melhor jogador da Bundesliga. Nove dos treze gols do japonês foram no 2º turno da competição!

- Jürgen Klopp

Klopp recebeu o tradicional banho de cerveja dos campeões (BVB.de)

Grande mentor deste novo momento do clube, Jürgen Klopp merece boa parte dos méritos possíveis desta nova conquista do Borussia Dortmund. Paizão, o treinador de 44 anos foi quem se livrou de veteranos inúteis, trouxe jovens de valor e soube mesclar com experientes bons de bola, como Roman Weidenfeller e Sebastian Kehl. Não tem como não dar méritos ao e toda sua comissão técnica e diretoria. É difícil imaginar, na Europa inteira, talvez até no planeta todo, um treinador que tenha uma relação tão afetiva com elenco e torcida como Jürgen Klopp.

Parabéns ao Borussia Dortmund e sua imensa torcida pelo bicampeonato alemão!

TOP 7 (duplo): Primeiro turno da Bundesliga

19 de dezembro de 2011 Deixe um comentário

O primeiro campeonato nacional de grande porte a encerrar suas atividades foi a Bundesliga. O Campeonato Alemão teve a 17ª rodada disputada neste último fim de semana e terminada com o Bayern de Munich na liderança.

Aproveitando a deixa, decidi fazer um TOP 7 duplo com o que de melhor aconteceu na terra do chucrute. Confira!

TOP 7 – Os sete melhores jogadores

 

Bernd Leno: um achado do Leverkusen (Bayer04.de)

7) Bernd Leno – Bayer Leverkusen

O Leverkusen precisava de um goleiro. Os Aspirinas perderam de uma vez só o titular René Adler e seu reserva imediato, Giefer, ambos contundidos. Yelldell chegou, mas junto com ele surgiu Bernd Leno, de apenas 19 anos. O jovem nascido em Bietigheim-Bissingen, no noroeste da Alemanha, era jogador do time B do Stuttgart. Leno chegou com enorme personalidade, fazendo grandes defesas e deixando o presidente Wolfgang Holzhäuzer na obrigação de contratá-lo em definitivo. Dito e feito! Hoje, Leno é titular do Leverkusen com contrato até 2015, e René Adler, antes titular até da Seleção Alemã, dificilmente permanecerá no clube. Culpa de Leno!

6) Mario Götze – Borussia Dortmund

O jovem Götze pode não repetir as atuações que lhe consagraram na temporada 2010/11, mas continua sendo uma peça decisiva do time de Jurgen Klopp. Com a irregularidade de Shinji Kagawa, o camisa 11 do Dortmund é quem tem chamado a responsabilidade e decidido alguns jogos à favor do Borussia.

5) Franck Ribéry – Bayern

O francês Franck Ribéry tem feito uma temporada primorosa! Começou muito bem, reunindo nos primeiros jogos da temporada dribles envolventes, jogadas velozes e muitos gols. Na reta final do turno, com a lesão de Bastian Schweinsteiger, Ribéry foi prejudicado e seu rendimento caiu, mas isso não impediu que estivesse entre os 7 melhores da competição, pelo menos no primeiro turno. Se a forma física permitir, Ribéry certamente estará entre os melhores da Bundesliga.

Marco Reus em ação pelo Gladbach (Borussia.de)

4) Marco Reus – Borussia Mönchengladbach

Sem fazer muito barulho, os Potros chegaram na parte de cima da tabela do Campeonato Alemão. Boa parte disso está na conta do técnico Lucien Favre, que não só livrou o time do rebaixamento na última temporada, como ajeitou o time. Mas não bastava ter um time ajeitado, o Gladbach precisava de um “diferencial” e tem isso com Marco Reus. Aos 22 anos, o jogador nascido em Dortmund é a grande estrela do time, tendo anotado 10 gols em 15 jogos na Bundesliga.

3) Robert Lewandowski – Borussia Dortmund

Quem diria que o polonês Robert Lewandowski perderia boa parte de sua fama de caneleiro nesta temporada? O atacante de 23 anos marcou apenas 8 gols em 33 jogos na temporada 2010/11. Poderia terminar com uns 20 gols se fizesse 60% dos gols que perdia. Nesta temporada, tudo mudou. Barrios começou contundido e voltou mal fisicamente, e acabou perdendo espaço. Espaço esse que foi tomado por Lewandowski, autor de 12 gols e 6 assistências na Bundesliga. Hoje dá para dizer com clareza que Lucas La Pantera Barrios é reserva de Robert Lewandowski.

2) Mario Gómez – Bayern

16 jogos, 16 gols. Essa é a média de Mario Gómez na atual temporada da Bundesliga. O atacante bávaro tem feito gols de tudo quanto é jeito e está em grande forma. A fase de Super Mario é tão boa, que o técnico Jögi Löw já cogitou escalar Gómez e Klose juntos na Seleção Alemã. Esse foi outro que mandou embora a fama de “caneleiro”. Diferentemente de Lewandowski, não sei de onde Gómez pegou essa fama…

Toni Kroos tem sido o grande destaque bávaro (FCBayern.de)

1) Toni Kroos – Bayern

Já havia colocado dois jogadores do time bávaro na lista e como o Bayern acabou na ponta da Bundesliga, não poderia encerrar o primeiro TOP 7 sem colocar um atleta do time: Toni Kroos. Na temporada passada, Kroos deu 5 assistências e anotou um gol, mas nunca empolgou ninguém. Era motivo de piada por estar na seleção de Löw e nem ser titular do Bayern. Nessa temporada, Kroos já igualou os números da última temporada, mas desta vez, é o dono do meio-campo bávaro. Enquanto Schweinsteiger estava inteiro, eles formavam uma dupla infernal, de muito toque de bola e armação de jogadas impecável. Schweini se contundiu, mas Kroos não se apagou e seguiu comandando o meio-campo do Bayern. O camisa 39 foi muito bem do início ao fim do turno e por isso foi o melhor!

Menções honrosas: ter Stegen (M’Gladbach), Christian Fuchs e Huntelaar (Schalke 04), Claudio Pizarro (Bremen) e Abdellaoue (Hannover).

TOP 7 – Ninguém dava nada por eles…

 

Fillip Daems é peça fundamental do esquema de Favre (Borussia.de)

7) Fillip Daems – Monchengladbach

Desde 2005 no Gladbach, o veterano belga Fillip Daems faz atualmente a sua melhor temporada com a camisa dos Potros. Não só porque o seu time está lá em cima, mas também pelo fato do lateral-esquerdo mostrar um fôlego anormal para um cidadão de 33 anos. Daems está marcando e atacando com enorme eficiência. O capitão do Gladbach já marcou três gols e não levou nenhum cartão amarelo, coisa que nenhum outro defensor do time – que tenha feito pelo menos cinco jogos – tem igual.

6) Anatoliy Tymoshchuk – Bayern

Tymoshchuk nunca teve grande moral no Bayern, muito por causa do fato de ser reserva da dupla van Bommel e Schweinsteiger. O ucraniano chegou até ser testado na zaga, mas também não agradou muito. Mas com a saída de van Bommel no meio da última temporada, Tymo passou a disputar a vaga de titular com o brasileiro Luís Gustavo e tem levado a melhor. O ucraniano jogou dez partidas nesta temporada alemã e o Bayern não perdeu nenhum dos dez jogos, tendo sofrido apenas dois gols. Coincidência ou não, Tymoshchuk é titular da cabeça-de-área bávara.

5) Khalid Boulahrouz – Stuttgart

O holandês sempre foi um lateral de mediano pra bom. Bastava chutar uma moita que vários “Boulahrouzes” iguaizinhos saiam. Mas nesta temporada, o camisa 21 do Stuttgart tem tido atuações muito boas e é uma das peças fundamentais da equipe. Sua lesão no final do 1º turno deu uma enorme dor de cabeça para Bruno Labbadia, que não só não sabia como substituí-lo como lamentava muito sua ausência.

Poldi tem sido muito mais decisivo que na última temporada (FC-Koeln.de)

4) Lukas Podolski – Colônia

Na temporada 10/11, Podolski fez 13 gols e deu 7 assistências. Na atual temporada, faltam duas assistências pro número ser igualado e o número de tentos já foi ultrapassado – 14 gols. Poldi tem sido muito mais decisivo que o normal. De seus 14 gols, 9 foram marcados em jogos que o Colônia venceu, 3 em empates e 2 em derrotas. Na temporada passada, 8 gols foram marcados em vitórias do Colônia. Poldi já bateu o resultado da última temporada.

3) Raúl – Schalke

Raúl é um grande atacante, isso ninguém discute. Mas grande meia-armador? Isso é outra história! Na última temporada, o espanhol marcou 13 gols e deu 5 assistências, mas Raúl atuou boa parte daquela temporada como centro-avante. Agora com Huntelaar sem problemas físicos, o espanhol passou a jogar centralizado, como um armador. Embora tenha demorado pra emplacar uma atuação de gala, Raúl sempre se manteve regular e aos 34 anos, corre feito um garoto e mostrando essa nova faceta no meio-campo.

2) Michael Ballack – Bayer Leverkusen

Na última temporada, Ballack retornou ao Bayer Leverkusen, clube que lhe deu grande projeção no futebol. Porém, o camisa 13 não conseguiu fazer nem 20 jogos e não anotou nenhum gol. Ballack estava desanimado e deixando a impressão de que logo deixaria a carreira de jogador. Eis que o capitão do Leverkusen ressurge nesta temporada. Ballack já marcou dois gols e sempre que aparece nas partidas dos Aspirinas, dá uma nova cara ao time. Ballack voltou a ser importante para o Leverkusen!

De reserva a peça fundamental da zaga (FCBayern.de)

1) Daniel van Buyten – Bayern

O zagueiro belga nunca convenceu ninguém. Alto, lento e desengonçado, van Buyten era considerado peça fora do baralho de Jupp Heynckes quando Jêrome Boateng foi contratado. Só que o treinador do Bayern teve de rever seus conceitos quando notou que van Buyten estava ajeitando a zaga bávara. Boateng foi deslocado pra lateral para que o belga jogasse ao lado de Badstuber. van Buyten já tem 4 gols na Bundesliga e quando necessário, quebra um galhinho como centro-avante – claro que é ridículo, mas acontece. O fato é que o zagueiro de 1,97 de altura conquistou sua titularidade no Bayern e é o que mais tem calado os críticos nessa temporada.

E aí? O que acharam das listas? Faltou alguém? Jogador x entrou na lista sem mérito? Opine!

TOP 7: Gols do PSG

15 de novembro de 2011 Deixe um comentário

Eis que entro no site do Paris Saint-Germain e encontro uma eleição para a escolha do gol mais bonito da história do clube na Ligue 1. Onze gols estão na lista e três deles são de jogadores brasileiros. Raí, Ronaldinho e Nenê foram os contemplados.

Mas como a tradição do blog está no “TOP 7″, decidi assistir aos onze gols e escolher sete deles, para montar a minha lista de gols mais bonitos da história do Paris Saint-Germain no Campeonato Francês.

Vamos a eles!

7º – 1998/1999 – Bordeaux x Paris Saint-Germain – Jay-Jay Okocha

Era o primeiro jogo da temporada 98/99. O PSG já ia estreando mal, perdendo por 2×0 para o Bordeaux no Chaban Delmas, até que o nigeriano Augustine Azuka Okocha fez um belo gol de honra para o Paris. Dotado de grande técnica, o camisa 10 parisiense driblou dois marcadores e do meio da rua acertou uma paulada, deixando Ulrich Ramé – sim, ele já jogava naquela época – sem ação. Não adiantou muito. O PSG ainda sofreu mais um gol e perdeu a partida por 3×1. Era a primeira vitória do futuro campeão francês daquela temporada.

6º – 1993/1994 – Paris Saint-Germain x Auxerre – George Weah

Na temporada 93/94, o PSG conquistou seu último título nacional e um dos grandes heróis foi George Weah, autor de 11 gols na vitoriosa campanha parisiense. No duelo válido pela 10ª rodada da Ligue 1, o PSG goleou o Auxerre – futuro campeão da Copa da França – por 4×0 e Weah anotou dois gols. Em um deles, o liberiano recebeu a bola em uma jogada construída de forma truculenta, só que em uma série de dribles curtos, ele saiu na cara do goleiro adversário e deu um tapinha pro gol. Em 1995, Weah, na época jogando pelo Milan, foi eleito o melhor jogador do mundo. Até hoje, é o único africano a conseguir tal feito.

5º – 2011/2012 – Montpellier x Paris Saint-Germain – Javier Pastore

Na vitória sobre o Auxerre, onde Weah fez o gol mostrado acima, o PSG, futuro campeão, assumira a ponta a Ligue 1 pela primeira vez. O curioso é que nesta temporada, está acontecendo o mesmo. O gol de Pastore na vitória sobre o Montpellier fez com que o time parisiense tomasse a ponta da competição e não a largasse até agora. Pastore anotou dois dos três gols do Paris na partida, mas o primeiro foi uma pintura. O lateral-esquerdo Tiéné lançou na área e o argentino acertou um belo sem pulo, mandando a bola no fundo das redes. Naquele momento o torcedor do Paris deve ter pensado que os 42 milhões de euros investidos na contratação de Pastore valeram muito à pena.

4º – 2003/2004 – Paris Saint-Germain x Olympique de Marseille – Pedro Miguel Pauleta

Já não bastava o fato de ser o maior artilheiro do PSG – 109 gols -, o atacante Pauleta arranjou outro motivo para ser ídolo da torcida parisiense: os seus 6 gols marcados diante do Marseille, maior rival do Paris, o tornam o maior artilheiro da história de Le Classique. Um dos tentos que talvez tenha ficado mais marcado na cabeça do torcedor do Paris foi no dia 25 de abril de 2004, quando o português recebeu em profundidade, driblou Barthez, ficou sem ângulo, mas em um rápido raciocínio, Pauleta finalizou e bola entrou. Um gol que ficou marcado na história de Le Classique! Aliás, os fãs de vídeo-game vão reconhecer este gol. No game ”FIFA 06″, havia uma parte dedicada a “gols antológicos” e este gol de Pauleta estava na lista.

3º – 1997/1998 – Paris Saint-Germain x Lens – Raí

Parece que é uma espécie de tradição algum jogador do PSG marcar um golaço no futuro campeão nacional. Na temporada 97/98, o então líder Paris Saint-Germain recebia pela 13ª rodada o Lens. O time da capital venceu por 2×0 e o tento que sacramentou a vitória foi marcado pelo ídolo Raí, que em um toque sutil de calcanhar, matou o goleiro Warmuz. Por fim, a irregularidade do Paris acabou pesando e o time ficou apenas na 8ª colocação, enquanto o Lens conquistara a Ligue 1 por ter um saldo de gols melhor que o Metz.

2º – 2002/2003 – Guingamp x Paris Saint-Germain – Ronaldinho

Esse jogo tem muita história pra contar. A principal delas está reservada na histórica virada do pequenino Guingamp. O time do oeste francês chegou aos 15 minutos do 2º tempo perdendo pro Paris Saint-Germain por 2×0 e menos de dez minutos depois, a partida já estava empatada. Aí chega a outra história: aos 44 minutos da etapa final, um tal de Tebily Didier Yves Drogba surgia e marcava o gol da vitória do Guingamp. Era o segundo gol de Drogba no jogo e ocasionava a terceira derrota seguida do PSG. Só pra constar, o marfinense anotou 17 gols naquela temporada e assim iria pro Marseille e futuramente pro Chelsea. Só que a história que tem relação com o post é a do primeiro gol parisiense. Ronaldinho Gaúcho deu uma bela arrancada, tabelou e na cara e Le Crom, deu um toquinho por cima, anotando o gol inicial da partida. A virada do Guingamp e o surgimento de dois monstros marcaram a partida.

1º – 1989/1990 – Paris Saint-Germain x Mulhouse – Amara Simba

Este gol foi o mais complicado de encontrar registros. O site do Paris Saint-Germain, além do vídeo que publicarei abaixo – e que foi disponibilizado pelo próprio PSG – indicam que o gol de Simba, marcado diante do Mulhouse foi na temporada 1991/1992, mas fui consultar algumas anotações para ver se estava correto e me dou conta que o Mulhouse só disputou duas temporadas na primeira divisão, então fui pela lógica: uma das temporadas deste time na primeirona foi em 89/90 e nesta época, o nigeriano jogava pelo PSG, então o fantástico gol de bicicleta só pode ter sido nesta época.

*Se você quiser votar no melhor gol e ver os tentos que deixei de fora, é só clicar aqui e conferir

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