E que fique o exemplo

O brasileiro Bilica, fez gol contra na partida, mas teve o carinho da torcida

Todos sabem que esse não é um dos melhores momentos do futebol turco. Aliás, é uma época negra no futebol do país.

Mas mesmo cercados de várias acusações de corrupção, manipulação de resultados e outros escândalos do tipo, uma ideia diferente acabou se destacando em meio a tudo isso.

O Fenerbahçe, atual campeão turco, foi um dos clubes que mais esteve envolvido nestas acusações. O clube perdeu sua vaga na Uefa Champions League – vaga ocupada pelo Trabzonspor, que protagonizou a primeira zebra do torneio – e pediu publicamente para ser rebaixado, mas a federação nacional acabou mantendo o clube na divisão principal do país.

Talvez o fato mais barulhento dessa confusão toda foram as prisões de 31 réus, entre árbitros, dirigentes e jogadores. Um desses presos foi Aziz Ayldirim, presidente do Fenerbahçe.

Para completar, o Fener teria de iniciar a Süper Lig fazendo duas partidas em casa com o estádio vazio, efeito dos atos violentos protagonizados por sua torcida. Mas como diria o outro, “Deus escreve certo por linhas tortas”.

O Fenerbahçe receberia nesta terça-feira a equipe do Manisaspor, do brasileiro Kahê, ex-Palmeiras, com o estádio Sukru Saracoglu sem torcida. Eis que o governo local teve uma grande ideia: apenas mulheres e crianças poderiam assistir a partida.

41 mil entradas foram vendidas, mas o clube confirmou a presença de 41.663 pessoas. Isso mesmo! Um jogo de futebol, em um país acostumado a lotar estádios, levou mais de 40 mil pessoas a esse jogo, sem que houvesse um homem sequer.

Foi uma ideia muito bacana e que deve ser seguida!

Não gosto de jogo com os portões fechados. Isso não tem cara de partida de futebol. Que graça há no futebol sem torcida?

Também não gosto de jogo em outra cidade ou estado. Muda alguma coisa? Pra mim não. Os brigões que não foram pegos ou que por algum ato do destino não estiveram envolvidos na confusão, certamente viajarão junto com o time e arranjarão mais confusão.

Que ideia! Que torcida!

Em outras palavras, o Fenerbahçe aproximou do estádio, o público que se afastou de lá por causa dos mesmos que os “obrigaram” a jogar de portões fechados.

Uma ideia muito boa e espero mesmo que seja seguida. Só no vídeo que postei acima, dá pra ver que o clima ficou mais leve e aparentemente os jogadores sentiram menos a pressão.

E só porque são mulheres, não quer dizer que elas não torçam, não vibrem, não cantem e não se sintam parte do time!

Tenho exemplos abaixo:

PS: Momento machista! Só eu reparei que demorou pra torcida reparar que o gol no final da partida não valeu? É amigo… A gente tem de ensinar a lei do impedimento pra mulherada!

PS 2: Brincadeira, hehe.

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