Contra-ataque: nova arma do Real Madrid

Texto de: Romário Henderson

Geralmente, os clubes grandes sempre se impõem perante os adversários. Com o Real Madrid não é diferente. Mas, após a aparição de Kaká, a equipe de José Mourinho ficou muito veloz e letal na retomada da bola. O primeiro gol contra o Ajax, pela Champions League, de Cristiano Ronaldo, evidencia a nova arma dos “blancos”.

Voando nos contra-ataques (Reuters)

Com Cristiano pela esquerda e Kaká no centro na linha 3 do 4-2-3-1, o Real ficou muito mais forte, pois as atenções serão divididas entre o português e o brasileiro, que tem trocado bons passes, fazendo soberbas tabelas. É lógico que Ozil, Xabi Alonso e Marcelo, por exemplo, preocupam os rivais, porém, Cristiano Ronaldo e Kaká são aqueles com maior capacidade de decisão.

Diferentemente do rival Barcelona, o Real Madrid não fica muito tempo com a bola nos pés, ou seja, proporciona o adversário ter a dita cuja e, numa marcação infalível, tenta retomá-la e sair rapidamente no contra-ataque.

Neste fim de semana, contra o Espanyol, o Real goleou os oponentes por 4×0, sendo que dois dos gols merengues foram em contra-ataques. Devido a isso, houve momentos na partida em que o Real Madrid, propositadamente, deu campo ao adversário, justamente para que deixassem espaço para os contragolpes.

Kaká vai voltando aos bons tempos (Reuters)

Não há o que discutir a qualidade do Real, e com a presença de Kaká, enfim recuperado clínica e fisicamente, se torna ainda mais forte, afinal, o brasileiro tem uma técnica soberba, uma explosão física irretocável e uma visão de jogo plausível. Mourinho o escalou nos dois últimos jogos do Real Madrid centralizado na linha 3, deslocando Ozil para a direita.

Agora, além da imposição, os merengues tornam-se também fortes no contragolpe. Sem dúvida, José Mourinho vem fazendo trabalho de força e velocidade nos contra-ataques, pois para ser letal como vem sendo os “blancos”, é necessário um excelente trabalho físico e de força.

Tévez "pedindo" pra sair do City (Reuters)

Caso Tevez – É inadmissível um profissional recusar-se a entrar em campo. O argentino não queria jogar no Manchester City nesta temporada, e está forçando a barra para poder sair. Como o City não facilitou sua saída, o guerreiro e ótimo jogador, contudo péssimo profissional, está fazendo de tudo, literalmente, para ser dispensado.

O técnico da equipe, Roberto Mancini, já disse que Tevez não joga mais nos Sky blues. Momentaneamente, o jogador está afastado. Mas, qual será a decisão da direção do City? Vai simplesmente liberá-lo? E o investimento feito no jogador não será recompensado? O fato é que creio que Tevez não mais vestirá a camisa do Manchester City, mas só sairá se pintar uma proposta financeira conveniente. A direção não cederá à sua vontade de sair e irá liberá-lo mediante alto pagamento, o que, cá entre nós, deve acontecer, já que alguns clubes, inclusive o Real Madrid, estão dispostos a desembolsar uma alta quantia.

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