Le Podcast du Foot #88 | As variadas emoções na rodada da Champions

Foi dada a largada para a fase de grupos da Uefa Champions League e para os três representantes da França, somente um misto de emoções pode resumir o pontapé inicial no principal torneio continental da Europa.

O Paris Saint-Germain, por exemplo, foi da frustração a euforia e terminou decepcionado com a derrota por 3 a 2 diante do Liverpool, atual vice-campeão. Mais do que o revés, a forma como o time jogou deixou um recado bem claro de que a diretoria tem muito o que fazer para não repetir os fiascos recentes.

Já o Monaco, com elenco enfraquecido e temporada incerta, alimentou o sonho de uma vitória sobre o poderoso Atlético de Madrid, mas terminou triste e conformado com uma derrota de virada por 2 a 1.

Quem se sobressaiu foi o Lyon, que surpreendeu a Europa ao bater o campeão inglês, Manchester City em solo britânico. O triunfo por 2 a 1, coroado por grande atuação de Nabil Fekir – autor de um gol e uma assistência – deixa o time de Bruno Génésio na liderança do grupo que ainda tem Shakhtar Donetsk e Hoffenheim – que empataram em 2 a 2.

O misto de emoções nas estreias dos times franceses pautou a edição #88 de Le Podcast du Foot. Eduardo Madeira e Renato Gomes analisaram os confrontos e contaram com as participações de Vinícius Ramos, do Ici c’est Paris, e Pedro Henrique Natario, do AS Monaco Brasil, que comentaram sobre seus respectivos times.

Ouça abaixo o podcast completo:

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Le Podcast du Foot #77 | OM em busca da taça

O dia 16 de maio de 2018 é um dos mais importantes da história recente do Olympique de Marseille. Diante do Atlético de Madrid, o OM tenta erguer a taça de campeão da Liga Europa pela primeira vez na história.

Mais do que o título em si, a conquista traz outros contornos, como a possibilidade de festejar na casa de um dos rivais – o Groupama Stadium, casa do Lyon, é palco da final – e a chance de tripudiar outro, o PSG, que gastou tufos de grana para morrer nas oitavas-de-final da Liga dos Campeões.

E o que esperar desse jogo? Na edição #77 de Le Podcast du Foot, Eduardo Madeira, do Europa Football, Renato Gomes, do Footure, e o convidado especial Gabriel da Cruz, do perfil OM Brasil, no Twitter, se reuniram e projetaram o confronto.

A grande novidade é que a partir desta edição, Le Podcast du Foot será hospedado no Soundcloud e compartilhado também no iTunes. Portanto, siga nosso programa, assine o feed nas plataformas e fique por dentro das próximas edições:

A redenção de Diego

Líder em assistências na UEL, Diego conquista a Europa League (Getty Images)

O meio-campista Diego era o grande nome do Werder Bremen na temporada 2008/09. Maestro em campo, o brasileiro foi o principal condutor do time alemão em direção a final da antiga UEFA Cup, hoje, UEFA Europa League.

Suspenso, Diego não pôde disputar a decisão realizada em Istanbul. Jogando sem o astro da companhia, o Bremen sucumbiu à esquadra brasileira do Shakhtar Donetsk na prorrogação. O gosto da derrota ficou ainda mais amargo porque dias depois, Diego se despedira em direção de Turim, onde jogaria – e fracassaria – na Juventus.

Mas o vice-campeonato não foi bem digerido, já que durante muito tempo foi falado no tal “se”. SE o Diego tivesse jogado… SE o Diego não estivesse suspenso… Se isso, se aquilo, mas no geral, todos imaginavam que com o brasileiro em campo a história teria sido diferente, já que ele era o artilheiro do Werder Bremen na competição com seis gols.

Entendo que a revelação do Santos não tenha se abalado com todos esses acontecimentos aglomerados. Diego era jogador de nível internacional e tinha tudo para brilhar no calcio, mas não deu certo e voltou para a Alemanha e defender o Wolfsburg, onde mesmo tendo boas atuações – isso é por minha conta, não acho que tenha fracassado por completo – pôs tudo a perder com uma briga com Félix Magath na última rodada da Bundesliga de 2011.

O Mago não queria ter Diego no elenco dos Lobos e o brasileiro foi parar na Espanha, mais especificamente no Atlético de Madrid. Sem os investimentos astronômicos do rival da cidade, Real Madrid, o Atleti conseguiu remodelar seu time. Miranda, Arda Turan, Courtois e Falcão García se juntaram a Diego na nova empreitada.

Diego anotou o gol que confirmou o título do Atlético

O prêmio veio nesta quarta-feira, com a conquista da UEFA Europa League em Bucareste. O grande jogador da partida foi o Mr. Europa League, Falcão García, autor de dois gols, mas Diego também foi peça importante ao anotar o terceiro gol, o que sacramentou a conquista. Na comemoração, o brasileiro se ajoelhou e foi às lágrimas. Certamente, as lembranças e expectativas de 2009 vieram a sua mente, mas que só na Espanha ele pôde realizar. Foi sua redenção, sem dúvida alguma!

Não estou dizendo que ele voltará à seleção, que será um grande craque e concorrerá a Bola de Ouro no fim do ano, mas Diego conseguiu, com três anos de atraso, saber o que é jogar e conquistar uma Liga Europa – ou Copa da UEFA. Foi um peso tirado de suas costas e ele teve méritos com suas sete assistências pra gols, líder no quesito no torneio europeu.

Jogando em um time de ambições menores, Diego pôde voltar a apresentar um futebol convincente. A falta de obrigação em ser o astro do time – cargo dado a Falcão García – “libertou” a técnica e habilidade presa em seus tempos de Juventus e Wolfsburg – dois clubes com grandes metas e apostando alto em Diego.

A consolidação da temporada do brasileiro pode ser concluída no próximo fim de semana com uma vaga na próxima UEFA Champions League. Emprestado pelos Lobos até 2014 ao Atlético de Madrid, Diego teria a maior competição interclubes do mundo para mostrar que pode ser decisivo e tendo a batuta em mãos, orquestrando a sinfonia colchonera.

“Grandes” brasileiros = “pequenos” europeus

No sábado, lá estava eu, num frio e chuvoso sábado à noite, enrolado em meu cobertor fuçando o twitter. Eis que aparece um tweet do comentarista dos canais ESPN, Leonardo Bertozzi:

Claramente, o tema central da mensagem de Bertozzi é a ofensividade do Real Madrid de José Mourinho, que para muitos jornalistas – que assistem jogos dos times do português só em anos bissextos – é retranqueiro. Mas não é exatamente isso que irei abordar, embora concorde plenamente com a frase digitada.

Recentemente, o Valencia venceu La Liga

Minutos depois, um dos seguidores de Bertozzi respondeu, dizendo que “com o elenco que tem, o Real Madrid deveria fazer 6 em todos os pequenos da Espanha”. Logo, o jornalista, corretamente retrucou: “Valencia? Pequeno?”. Segundo Bertozzi, não se deve confundir o abismo entre a dupla Barça-Madrid para as demais equipes espanholas, com o tamanho dos clubes. E isso é uma verdade. Os dois gigantes tem altos investimentos, fortes categorias de base e jogadores milionários, enquanto o resto se vira com investimentos menores, com garotos da base tendo de ser lançados precocemente ou então vendidos para a dupla Barça-Madrid, além de atuar com renegados de ligas menores e da própria dupla de gigantes. Ou seja, os grandes de antigamente, são “obrigados” a se portar de forma pequena.

Porém, o seguidor seguiu com a tese de que Valencia e times do gênero são pequenos, mas Bertozzi lembrou dos títulos recentes dos Ches, como a Copa da Uefa 03/04 e os títulos espanhóis de 01/02 e 03/04, meramente taxados como “acidentes de percurso” pelo seguidor.

Mas também não é exatamente isso que quero debater. É que essa troca de ideias entre o jornalista e o “cidadão comum” me fez puxar pela memória um assunto que vive me chamando a atenção: como será que o estrangeiro enxerga certos times brasileiros? Será que é como nós enxergamos certos times europeus?

O Atlético Mineiro, por exemplo, até ontem era o “primeiro campeão brasileiro” – “até ontem”, porque após a canetada da CBF, o Bahia se tornou o primeiro campeão brasileiro -, isso lá em 1971. De lá pra cá, o time de BH se limitou a títulos estaduais. Então imagina o que um estrangeiro que acompanha o futebol brasileiro pensaria do Atlético? O time simplesmente não tem ganho nada de uns tempos pra cá, além de ter frequentado da segunda divisão brasileira. Será que o considera time grande, ou somente um clube pequeno, mas que tem uma torcida fanática?

É assim no mundo todo. Há times que tem suas glórias nos anos 50, 60, 70 e nas épocas mais recentes acabam por ficar sem título algum e com essa expansão do futebol para mídias do mundo inteiro, quem conhece uma parte da história, fica sem conhecer a verdadeira história.

O "primo pobre" do Real Madrid é o 3º maior campeão espanhol

Pegando o exemplo da Espanha: aqui no Brasil, o Atlético de Madrid é visto apenas como “primo pobre” do Real Madrid. Mas duro é alguém saber que os Colchoneros estão em 3º no ranking de maiores campeões da liga espanhola, com 8 troféus. Mas quando foi o último título? 1995/1996. Já se vão mais de quinze anos e nesse meio tempo, o Atlético chegou a frequentar a segunda divisão de seu país. Junto com os Colchoneros e o Valencia, pode-se colocar na lista de “injustiçados” o Athletic de Bilbao, grande papa títulos dos anos 30, com 4 títulos de 29/30 até 35/36. Mas de uns anos pra cá, o time basco tem se limitado a sonhar com as competições européias.

E na Inglaterra então…Muita gente coloca o Chelsea como um “gigante”, mas mal sabem que times como Sunderland, Aston Villa e Everton, que de um tempo pra cá são coadjuvantes no futebol britânico, tem mais títulos que eles. Sem falar que na Inglaterra há vários times “simpáticos”, que por títulos passados acabam sendo chamados de grandes. Diga-se de passagem, nada muito diferente daqui, onde vimos clubes que por causa de dois ou três times históricos que teve, viram grandes. Não discuto se é certo ou errado, e sim a semelhança dos países.

Mas a discussão é longa. Aqui no Brasil, há uma porrada de times que possuem poucos troféus em sua sala de títulos, mas são chamados de grandes e na maioria das vezes, não há discussão. Mas o Campeonato Brasileiro tem se exportado no quesito transmissão de TV. Países como Inglaterra e Espanha transmitem nosso campeonato e quem conhece a história pela metade pode julgar que times como Atlético Mineiro, Goiás, Sport, Palmeiras (…) não são exatamente “grandes” e sim, na melhor das hipóteses, tradicionais, times que pararam no tempo. O mais radical, poderia chamá-los até de pequenos, coisa que acontece no Brasil na questão Europa, como vimos na breve história contada acima sobre Leonardo Bertozzi e seu seguidor.

Não é conhecendo a história recente que se julga a história completa de um clube. É preciso conhecer, vivenciar, ler, aprender, enfim, fazer de tudo para saber a verdadeira história do clube. O Valencia não é pequeno, pelo contrário, assim como aqui no Brasil, o Atlético Mineiro não é um time minúsculo. Mas o que faz as pessoas pensarem que o europeu supracitado é um time pequeno? Entendo eu, que seja a história recente. O futebol brasileiro não tem uma abismal diferença de grandes para pequenos, mas no velho continente há. Enquanto times como Real Madrid, Chelsea, Bayern (…) fazem altos investimentos, disputam as grandes competições e lutam pelos títulos, os “grandes que pararam no tempo”, ficam com as sobras.

E eu sigo com a minha curiosidade de perguntar a algum gringo, seja um inglês tradicional ou um jamaicano curtindo seu reggae, mas que acompanhe o futebol brasileiro, o que eles acham das histórias dos clubes X e Y.

Vamos ler sobre as histórias do clubes, gente

Faz 12 anos e a história segue se repetindo

Agüero, com número superiores a de Fernando Torres, não tirou o Atlético da fila (EFE)

No dia 30 de outubro de 1999, o Atlético de Madrid ia até o Santiago Bernabéu e vencia o grande derby de Madrid, contra o Real, 3×1. O atacante Hasselbaink foi o grande nome do jogo. Ele anotou dois dos três gols e foi o herói da vitória do Atlético.

Mal saberia o torcedor Colchonero que ao fim da temporada, o time  seria rebaixado, com Hasselbaink, grande ídolo e artilheiro do time, perdendo um pênalti na antepenúltima rodada contra o Oviedo, em partida que acabou 2×2. Nesse jogo, o Atlético saiu perdendo por 2×0, buscou o empate e Hasselbaink perdeu um pênalti no final. Os Colchoneros foram rebaixados nesse jogo. Para piorar ainda mais essa história, o torcedor do Atlético de Madrid teria de conviver com uma dura dor de cabeça, uma dor de cabeça que dura 12 anos.

Pois é, aquela vitória no Bernabéu, com dois gols de Hasselbaink e um de José Mari seria a última durante doze anos e contando.

Nesse meio tempo, o Atlético passou dois anos na segunda divisão, voltou e seguiu sendo derrotado pelo Real Madrid e sina dos “pupas” voltava. Para serviço de informação, na Espanha costumam chamar de “pupas”, um time meio azarado, meio bobo, aquele famoso time que acha que vai ganhar, mas só passa vergonha.

Só que nos últimos anos a história tem sido até pior e realmente relembrando a trágica época dos pupas. Os derbys se iniciavam, o Atlético ia para cima e dava a impressão de que poderia vencer o grande rival e em dois contra-ataques, sofre dois gols do Real e vê a vitória salvadora ir pro espaço.

Daquele jogo para cá, 21 derbys foram realizados e foram 15 vitórias Merengues e 6 empates.

"Lá vem o Atlético pro ataque e...gol do Real Madrid!" (EFE)

Esse duelo se repetiu hoje e a mesma história segue interminável pro torcedor colchonero. O Atlético era empurrado 53 mil torcedores – descontar um pouquinho pra lado do Real – que lotavam o Vicente Calderón e nesse embalo começou melhor a partida, criava as melhores chances e obrigava Casillas a trabalhar. Mas na segunda subida ao ataque do time adversário, Khedira deixava Benzema na cara de De Gea e o francês fez 1×0.

Remontada Colchonera. O Atlético se reergueu e foi pra cima, mantia o ritmo e sufocava o Real Madrid. Só que em outro lance que se iniciou com Khedira e que ainda passou pelos pés de Özil e Marcelo, o time Merengue aumentava a contagem com Özil.

Chegava a etapa final. Nova motivação e mais ataques a meta adversária, obrigando Casillas a trabalhar, mas aos poucos a força acabava. O jogo ficou num marasmo dos 15 minutos até aos 40 minutos, quando do nada, o Atlético descontou com Agüero. Aí voltava a velha história. “Ainda dá”, “vamos empatar e virar”, “vamú qui vamú” e nada, 2×2.

Só um ponto a acrescentar: Com esse gol, Agüero chega a marca de 92 gols com a camisa do Atlético de Madrid, superando Fernando Torres, que fez 91.

Desconsolados é pouco.... (Mundo Deportivo)

Uma coisa pode ser dita, o Atlético é freguês do Real Madrid. São 21 jogos sem vitória sobre o grande rival. Quem paga o maior preço é o torcedor, que vê o Real conquistar títulos, trazer grandes estrelas e sempre vencer seu time, que em contrapartida traz jogadores medianos, não ganha nada e volta e meia se vê obrigado a jogar a segunda divisão.

Nesse meio tempo de 21 anos, o torcedor colchonero viu, por exemplo, seu time tomar 3, 4 do Real em casa, perder por placares apertados e ainda viu em uma infinidade de vezes, o Atlético sair na frente no marcador e levar a virada. É até difícil falar que “logo esse tabú cai”, porque a gente não sabe. Num futebol como o espanhol, que tem se minimizado a Real Madrid e Barcelona, falar que um time que nos últimos anos tem se tornado mediano vai bater após 21 anos – e contando – um time gigantesco é complicado. O torcedor do Atlético que se prepare, porque se a carruagem manter esse caminho, ele vai sofrer por muitos e muitos anos. Essa história parece mesmo ser interminável!

Só alguns pontos sobre o jogo de hoje:

*O árbitro Teixeira Vitienes foi muito mal. Deixou o pau comer, distribuiu poucos cartões, quando seria necessário um número maior de distribuições devido as várias entradas duras dos dois lados e foi muito confuso em suas marcações;

*Mourinho mostra que as estrelas o respeitam: No lance do segundo gol, teria acontecido um pênalti em Cristiano Ronaldo antes da bola chegar em Marcelo, o português foi reclamar e viu Mourinho mandar ele se calar, como você pode ver na imagem abaixo;

Xiiiiiii

*Ainda sobre essa história do Mourinho: Cristiano Ronaldo estava sendo substituído e saia lentamente, o técnico português foi focalizado mandando o seu meia-atacante correr, foi o que ele fez;

*Nota triste para a torcida do Atlético de Madrid: Durante a substituição de Cristiano Ronaldo, eles falavam “Cristiano muérete”. Malandro, o português pediu para eles falarem mais alto. Isso fica como uma imagem negativa da torcida. O outro fato foi que a mesma torcida colchonera insultou Marcelo de forma racista. Ainda bem que o brasileiro aparentemente levou na boa, pois ele foi focalizado rindo durante as ofensas.

*José Mourinho destacou isso na entrevista coletiva, dizendo que “os torcedores do Atlético deveriam respeitar mais os jogadores”;

*Se eu fosse maldoso, diria que uma torcida que apela assim para ofender os adversários, merece ficar nessa fila, mas como não sou maldoso…

Sobre La Liga, o Real Madrid segue 5 pontos atrás do Barcelona, que hoje bateu o Getafe por 2×1. O time da capital espanhola ainda segue dependendo de um tropeço catalão e a vitória no confronto direto.

(Veja agora o vídeo da última vitória do Atlético sobre o Real Madrid)

Goleada e disparada

 

Kagawa de novo decidindo (AP)

Bom, a rodada da Bundesliga, então vou tentar fazer um rápido resumo dos jogos de domingo.

Começamos com o Borussia Dortmund. O BVB atropelou a boa equipe do Hannover  e abre vantagem na liderança. Na primeira etapa, Kagawa abriu o placar aos 11 minutos. O Borussia só veio marcar de novo aos 27 minutos da etapa final, com Barrios. Lewandowski e Kuba fecharam a conta. O Borussia Dortmund chega agora a 28 pontos, quatro à mais que o vice-líder Mainz. O Hannover começa a cair de produção, 10º lugar com 16 pontos.

– O Leverkusen também está em bom momento. Diante do Kaiserslautern, o Bayer 04 saiu atrás, com gol de Dick, mas Sam fez dois e Helmes mais um fechando em 3×1. O terceiro gol do Leverkusen, anotado por Sam foi uma pintura, um voleio espetacular de fora da área, o gol de Helmes teve assistência de Renato Augusto. O Bayer Leverkusen está na 3ª colocação com 21 pontos, enquanto o Kaiserslautern está em 15º com 10 pontos.

– O resultado mais surpreendente foi em Stuttgart. Os Die Roten humilharam o Werder Bremen. Na primeira etapa, Marica e Cacau duas vezes, na etapa final, Gentner, Niedermeier e Boka fecharam em 6×0. Tivemos dois pênaltis perdidos: Quando estava 1×0, Frings perdeu pro Bremen, quando estava 3×0, Cacau perdeu pros donos da casa. O Stuttgart é o 14º com 10 pontos, enquanto o Bremen tem 14 e é o 11º.

Classificação

Total
# Equipe PJ V E D GF GC SG P
1 Borussia Dortmund 11 9 1 1 27 7 +20 28
2 Mainz 05 11 8 0 3 19 11 +8 24
3 Bayer Leverkusen 11 6 3 2 22 16 +6 21
4 Eintracht Fran… 11 6 1 4 20 11 +9 19
5 Hoffenheim 11 5 3 3 22 15 +7 18
6 Hamburger SV 11 5 3 3 17 15 +2 18
7 Nürnberg 11 5 3 3 17 15 +2 18
8 Freiburg 11 6 0 5 17 18 -1 18
9 Bayern München 11 4 4 3 15 13 +2 16
10 Hannover 96 11 5 1 5 13 20 -7 16
11 Werder Bremen 11 4 2 5 19 27 -8 14
12 Wolfsburg 11 4 1 6 18 19 -1 13
13 St. Pauli 11 4 1 6 12 18 -6 13
14 Stuttgart 11 3 1 7 22 19 +3 10
15 Kaiserslautern 11 3 1 7 14 21 -7 10
16 Schalke 04 11 2 3 6 13 17 -4 9
17 Colônia 11 2 2 7 13 22 -9 8
18 Borussia M’gla… 11 1 4 6 17 33 -16 7


TÃO COMEÇANDO A DESGARRAR

 

O imparável Real (EFE)

Falando agora da Liga BBVA e tanto Real Madrid quanto Barcelona começam a desgarrar.

O Real Madrid venceu facilmente o clássico de Madrid contra o Atlético. Aos 12′ com Ricardo Carvalho e aos 18′ com Özil, o Real matou o jogo em 2×0. Os Merengues estão na liderança da Liga com 26 pontos, enquanto o Atlético é o 7º com 14.

– O Barcelona venceu o Getafe em Madrid com grande atuação de Messi. O argentino fez o primeiro gol e deu assistências pros gols de Villa e Pedro. Manú fez o gol do Getafe, final 3×1. O Barça é o vice-líder com 25 pontos, enquanto o Getafe é o 11º com 13.

– O Villarreal goleou e não sai lá de cima. O Submarino Amarelo até saiu atrás diante do Athletic, gol de Llorente, mas Nilmar, Cazorla, Rossi e Montero balançaram as redes e deram a vitória por 4×1. O Villarreal é o 3º colocado com 23 pontos, enquanto o time basco é o 10º com 13.

Demais Resultados

Zaragoza 3×2 Mallorca
Gols: Lafita, Bertolo, Gabi [ZAR], Webó e Pereira [MLC]

Almería 1×1 Sporting
Gols:  Corona [ALM] e Nacho Novo [SPO]

Osasuna 3×0 Hércules
Gols: Monreal, Lolo e Vadocz [OSA]

Levante 1×2 La Coruña
Gols:  Juanlu [OSA], Riki e Aythami [DLC]

Hoje

Sevilla x Valencia – No twitter informarei o resultado

Classificação

# Equipe PJ V E D GF GC SG P
1 Real Madrid 10 8 2 0 27 5 +22 26
2 Barcelona 10 8 1 1 22 7 +15 25
3 Villarreal 10 7 2 1 21 8 +13 23
4 Espanyol 10 6 0 4 9 13 -4 18
5 Valencia 9 5 2 2 14 9 +5 17
6 Real Sociedad 10 5 1 4 13 12 +1 16
7 Atlético Madrid 10 4 2 4 13 12 +1 14
8 Mallorca 10 4 2 4 11 12 -1 14
9 Sevilla 9 4 2 3 14 16 -2 14
10 Athletic Bilbao 10 4 1 5 18 18 +0 13
11 Getafe 10 4 1 5 15 16 -1 13
12 Osasuna 10 3 3 4 11 10 +1 12
13 Sporting Gijón 10 2 4 4 10 16 -6 10
14 Racing Santander 10 3 1 6 9 16 -7 10
15 Deportivo La C… 10 2 4 4 8 15 -7 10
16 Almería 10 1 6 3 8 9 -1 9
17 Hércules 10 2 3 5 9 15 -6 9
18 Levante 10 2 2 6 10 18 -8 8
19 Real Zaragoza 10 1 4 5 10 17 -7 7
20 Málaga 10 2 1 7 14 22 -8 7


Dias há mais na liderança

 

Tá dificil parar a Lazio (Reuters)

A Lazio segue imparável no Calcio. Os Biancocellesti venceram o Palermo fora de casa e estão disparando na ponta. Já são quatro pontos de vantagem para o segundo colocado co Calcio.

O único gol da partida foi do brasileiro André Dias, num belo chute. A Lazio mostrou ser mais eficiente que o Palermo, pois teve menos posse de bola (60%40), menos finalizações, mas acabou fazendo o gol. A Lazio agora tem 22 pontos, quatro à mais que a vice-líder Internazionale. O Palermo segue com sua campanha irregular. 10º colocado com 11 pontos.

– No clássico disputado no sábado, deu Juve. O Milan até teve mais posse de bola durante o jogo, mas tinha a famosa “falsa pressão”. Tinha a bola, mas criava pouco. A Juventus teve duas chances, com Quagliarella e Del Piero, abrindo 2×0. Ibrahimovic ainda descontou pros Rossoneros. Com o gol, Del Piero se tornou o maior artilheiro da Juve no Calcio. O Milan está na 3ª colocação, com 17 pontos, cinco atrás da Lazio. A Juventus é a 4ª com 15 pontos.

Napoli quer a Champions (AP)

O Napoli se estruturou para ir à Champions e vai encomodando. Os Azzurris venceram o Brescia e já estão entre os cinco primeiros. O único gol do jogo foi anotado por Ezequiel Lavezzi. O Napoli chega a 15 pontos e está na 5ª colocação do Calcio, enquanto o Brescia segue com sua má campanha. Os Biancoazzurri estão na 15ª colocação, com 9 pontos.

Demais Resultados

Genoa 0x1 Inter
Roma 2×0 Lecce
Bari 0x2 Udinese
Cagliari 2×0 Bologna
Cesena 0x1 Sampdoria
Parma 0x0 Chievo
Catania 0x0 Fiorentina

Classificação

P GD PTS
1 Lazio 9 7 22
2 Inter Milan 9 7 18
3 AC Milan 9 6 17
4 Juventus 9 8 15
5 Napoli 9 4 15
6 Sampdoria 9 3 14
7 Chievo 9 2 14
8 Udinese 9 -2 13
9 Roma 9 -3 12
10 Palermo 9 2 11
11 Genoa 9 -2 11
12 Lecce 9 -8 11
13 Cagliari 9 2 10
14 Catania 9 0 10
15 Fiorentina 9 -1 9
16 Brescia 9 -4 9
17 Parma 9 -2 8
18 Cesena 9 -5 8
19 Bologna 9 -6 8
20 Bari 9 -8 8

 

VILLARREAL TROPEÇA

 

Rossi salvou Villarreal nos acréscimos (EFE)

O Villarreal deu uma bobeira tremenda. Poderia ter ficado logo atrás do líder Real Madrid, mas acabou tropeçando diante do Sporting Gijón e evitou um tropeço maior.

O Villarreal cansou de perder gols, mas foi prejudicado pela arbitragem. Nilmar foi claramente derrubado na grande área e Iglesias Villanueva não deu nada. Na etapa final, a bola bateu na mão de Gonzalo, sem a mínima intenção, pênalti marcado. Diego Castro converteu. Ainda deu tempo para o mesmo Gonzalo tomar a frente de Barral de forma limpa, obviamente, Barral não passaria e caiu, o árbitro não só deu a falta como deu um segundo amarelo absurdo, e foi expulso. O Villarreal empatou num pênalti que também não ficou muito claro. Rossi converteu. O Villarreal fica na 4ª colocação com 20 pontos. O Sporting é o 15º com 9 pontos.

– O Atlético também deu bobeira. Ficou no empate contra o Almería no Vicente Calderón. O Atlético até saiu na frente com Agüero, aproveitando rebote de Diego, mas Piatti empatou. O Atlético é o 6º colocado com 14 pontos, já o Almería é o 16º com 8 pontos.

Demais Resultados

La Coruña 3×0 Espanyol
Racing 4×1 Osasuna
Málaga 1×2 Real Sociedad
Athletic 3×0 Getafe

Amanhã

Mallorca x Levante