É a hora do Marseille se testar

Élie Baup terá o desafio de provar o valor do elenco do Marseille (Foto: France Football)

Élie Baup terá o desafio de provar o valor do elenco do Marseille
(Foto: France Football)

Ao cair em um grupo com Arsenal, Borussia Dortmund e Napoli na Liga dos Campeões, o Olympique de Marseille ganhou uma chance única de medir a real força de seu elenco nesta temporada. A base das últimas temporadas foi mantida e reforços pontuais (como Payet, Imbula e Mendy) foram feitos, o que só ajudará o competente técnico Élie Baup a fazer um trabalho mais sólido.

Engana-se, também, quem coloca o time francês como carta fora do baralho nessa chave. Se levássemos em conta a sempre supervalorizada tradição, o Marseille dividiria o posto de principal força com o Borussia Dortmund, já que ambos têm a mesma quantidade de finais e títulos da Liga dos Campeões.

Mas, como disse acima, a tradição é supervalorizada, logo, devemos analisar o momento atual e isso não descarta o OM.

Se levarmos em conta que os alemães são os favoritos por carregarem o status de vice-campeões do continente e permanecerem com a mesma base dos últimos anos, sobra uma vaga para três times que são equivalentes.

Sim, não me venham com história de “ah, é da França, é ruim, não presta”. Toda vez que falam isso, só ouço “blá, blá, blá” e nem levo em conta.

Sobre os adversários, começamos com o Arsenal, que passa por um momento delicado, onde o futebol apresentado não convence a torcida e o clube não consegue contratar ninguém de peso, apenas garotos de qualidade duvidosa, logo, é uma presa fácil para equipes de maior porte, portanto, enfraquecida.

Já o Napoli está vivenciando uma situação nova com Rafa Benitez no comando técnico e vários reforços badalados, como Pepe Reina, Gonzalo Higuaín e Raúl Albiol. Logo, não é correto afirmar que esse time vá dar liga imediatamente, apesar de demonstrar, ao menos no papel, força para ir longe nesta temporada.

O poder do Marseille vem justamente em algo que os italianos ainda não têm: conjunto. O time armado por Élie Baup foi construído há algumas temporadas por Didier Deschamps e vem recebendo retoques desde então.

Para esta temporada, vários reforços vieram, como o promissor lateral-esquerdo Benjamin Mendy, o atacante Saber Khalifa e o volante Giannelli Imbula, ambos opções para rechear o elenco. A contratação que mudou o patamar do Marseille foi Dimitri Payet. O ex-jogador do Lille tem dado, neste principio de temporada, a incisão que tanto faltou ao time no ano passado, tornando o jogo do time mais vistoso.

Payet mudou o patamar do Marseille (Foto: France Football)

Payet mudou o patamar do Marseille
(Foto: France Football)

Além disso, o “casamento” de Payet com André Ayew, Mathieu Valbuena e André-Pierre Gignac será de extrema importância para o time. Juntos podem formar um quarteto que nem mesmo o Paris Saint-Germain tem sido capaz de formar. Élie Baup tem em mãos um grupo de atacantes Inteligentes, velozes, rápidos e decisivos.

Essa Liga dos Campeões será o momento exato para o atual elenco do Olympique de Marseille testar sua verdadeira força. No papel, sem exagero algum, tem um time mais forte que o milionário Monaco e capaz de fazer jogo duro com o PSG, faltava mesmo um momento para se medir com adversários fortes de outros países.

O OM finalmente tem um time titular que lhe faz sonhar com grandes coisas nesta temporada. Claro, o título europeu é utopia, mas vale ressaltar que há duas temporadas, com um grupo inferior e vivendo um momento turbulento no campeonato doméstico, os únicos franceses a ganharem a Europa chegaram as quartas-de-final da Liga dos Campeões.

O elenco do Marseille agora está mais gorducho, mas ainda abaixo dos ricaços da França, é claro, mas o suficiente para mostrar que Arsenal, Borussia Dortmund e Napoli, apesar de mais nome, não terão vida fácil na Liga dos Campeões. O teste é agora e o OM tem tudo para ser aprovado com louvor.

Azulou

Apesar de nunca ter tido a oportunidade de assistir a um jogo do Borussia Dortmund, Frantz era fanático pelo time. Ele tinha as mais variadas camisas, conhecia todo elenco, a altura, o peso, a família, as namoradas e o restante da ficha técnica e pessoal de cada atleta que vestia o manto aurinegro.

Fanatismo? Nem tanto. Frantz gostava de ver o Borussia Dortmund vencer o Bayern e, principalmente, o Schalke. Ainda assim, não alimentava nenhum tipo de sentimento ruim pelos dois times, o que importava era o BvB e nada mais.

Ricken marcou em uma final de UCL em apenas 16 segundos(Getty Images)

Ricken marcou em uma final de UCL em apenas 16 segundos
(Getty Images)

O que era sempre uma época pra lá de especial para diversos torcedores, se tornou uma espécie de “passagem depressiva” para Frantz. A UEFA Champions League nunca foi um torneio que enchesse seus olhos. Nada em relação com a qualidade técnica dos times, com a ganância dos torcedores ou a organização da competição, mas sim pela ausência do Borussia Dortmund.

Por ser jovem, Frantz nunca viu, pelo menos com alguma atenção, seu time em uma Liga dos Campeões, muito menos pôde comemorar o antológico gol de Lars Ricken em 1997, que decidiu o torneio a favor do Dortmund, com apenas 16 segundos em campo.

Era um drama pessoal de Frantz, nem por isso ele deixava de festejar os bons resultados de times alemães, afinal, para ele, com os rivais conquistando feitos satisfatórios em torneios internacionais, significaria que eles estavam se fortalecendo e que isso obrigaria, de algum jeito, o Dortmund a se reforçar também. Posteriormente, o Campeonato Alemão também ficaria com muita força. Mas era indiferente para ele, ganhando a Liga dos Campeões ou não, a imagem do campeão mudaria pouco.

2011 foi o ano em que essa visão de Frantz mudou.

A Bundesliga começava a crescer, não só economicamente, mas tecnicamente também. Jovens jogadores começavam a despontar e a visão de “cintura dura” que assolava o futebol do país estava sumindo, principalmente porque essa nova geração não encontrou dificuldades em se adaptar com o mais antigos.

Por consequência, Frantz via os avanços dos times alemães na Champions League como a ocasião exata para a afirmação do novo momento vivido pelo futebol do país. Para isso, precisou fazer algo arriscado e impensado: criar relação com os rivais.

Para dar sequência a história, retornamos a 2010, quando o Bayern voltou a uma decisão de Liga dos Campeões após quase dez anos. Frantz queria ver o time bávaro campeão, mesmo que seus amigos borussianos torcessem contra. Era o momento de confirmação e a hora certa de mostrar para que a Alemanha viria nos próximos anos.

Apesar da força dada a dupla Robbery e companhia, não adiantou. José Mourinho copou mais uma e a Inter deixou o Santiago Bernabéu com o caneco em mãos.

No ano seguinte, bávaros e nerazzurris se reencontraram pela UEFA Champions League, desta vez, em partida válida pela fase de oitavas-de-final. Na ida, em Milão, o Bayern viu Thomas Kraft brilhar e salvar o time na vitória por 1×0. Estava ali o substituto de Oliver Kahn (só que não)!

Na volta, o Bayern tinha a faca e o queijo na mão. A Allianz Arena estaria toda a seu favor, o time bávaro era melhor – apesar de estar de frente com o atual campeão europeu, “só” desfalcado de José Mourinho – e tinha a vantagem no marcador. Frantz se preparou para o duelo como se fosse o Dortmund que estivesse em campo. Assistiu ao pré-jogo – coisa que não fazia quando o assunto era “times rivais” – preparou uma pipoquinha saborosa, tirou os refrigerantes da geladeira e se apossou do sofá na hora da partida.

O ritual, tão rotineiro em partidas que envolviam o Borussia Dortmund, futuro campeão nacional naquela temporada, não deu certo. O Bayern lutou, criou chances e até fez um gol, mas a defesa, segundo ele, “parecia uma garota desesperada de solidão em uma festa e dava bola para qualquer um que passava a sua frente”. Os bávaros pararam na Inter… de novo!

Mas sua esperança não havia acabado. O time italiano bateria de frente com o Schalke 04, grande rival do Vale do Ruhr. Só que havia um impasse: torcer pelo Bayern, time que, por tantas e tantas vezes, ferrou o Schalke, era uma coisa, até uma espécie de gratidão ou solidariedade aos bávaros, mas querer que os Azuis Reais ganhassem um jogo desse tamanho e representatividade era outra história.

Seus amigos nem hesitaram: eram Inter desde bambini! Joseph, seu melhor amigo, até comprou uma camisa da Inter, branca, é claro, não havia chance de vestir uma camisa azul, apesar das listras pretas. Mas Frantz seguia em dúvida de qual caminho seguir. Seus demais amigos, motivados pela nobre arte da secação, compraram ingressos, sabe-se lá como, para o jogo de volta no setor reservado aos torcedores italianos. Era uma enorme tentação!

Poucos sabiam que Frantz era um cara um tanto quanto rancoroso. Jovenzinho, caiu aos prantos ao ver Fábio Grosso e Alessandro Del Piero marcarem para a Itália contra a Alemanha na semifinal da Copa do Mundo de 2006. O jogo foi em Dortmund, o que lhe deixou mais triste ainda. Ver o show de Bastian Schweinsteiger na disputa do terceiro lugar contra Portugal não serviu nem de consolação para Frantz.

As duas derrotas do Bayern para a Inter fez renascer aquela angústia no peito do rapaz que sentia que seria capaz de tudo para ver os italianos, pelo menos uma vez, com uma tristeza causada pelo futebol alemão, nem que fosse torcer pro Schalke. E essa foi sua decisão, querer a inédita classificação do rival para a semifinal. Seus amigos, logicamente, não entenderam. Alguns deles até evitaram o contato nos dias que antecediam ao duelo, queriam evitar um bate-boca sem motivo – como é toda discussão futebolística, convenhamos.

Chegou o dia!

5 de abril, uma terça-feira ensolarada, propícia para adotar o ritual banhado de pipocas e refrigerantes seguido por Frantz. Seus amigos se reuniram na casa de Joseph para assistir ao jogo e secar o rival. O nosso intrépido personagem foi excluído da reunião e preferiu manter sua tradição em sua própria casa.

Frantz nem havia se ajeitado na poltrona e um gol já havia acontecido. Da forma como ele ocorreu, não dava para esperar muita coisa para o time alemão. O argentino Esteban Cambiasso lançou o compatriota Diego Milito em profundidade. Manuel Neuer, como um legítimo líbero, se antecipou e de cabeça afastou o perigo… só que não! Do meio campo, Stanković acertou um chute antológico, coisa rara mesmo, 1×0 para a Inter.

“Já vi esse filme e não gostei”, reclamou Frantz.

Só que houve um engano. O que ele não sabia era que muitos diretores de filmes mudam completamente o roteiro da “parte dois” para chamar um pouco de atenção. Foi mais ou menos isso que aconteceu.

O Schalke balançou as redes do Giuseppe Meazza cinco vezes(Getty Images)

O Schalke balançou as redes do Giuseppe Meazza cinco vezes
(Getty Images)

Menos de quinze minutos depois, veio à resposta com Matip, aproveitando um rebote de Júlio César. Quem diria que o camaronês deixaria Frantz alegre por marcar um gol? Ele sempre ria das presepadas de Matip, mas nunca imaginou vibrar com seu tento. Vibrou tanto que deu um soco na almofada que carregava consigo, mandando o sempre bem vindo “chupa” para o time italiano.

Frantz parecia prever o gol da Inter somente quando o holandês Sneijder pegou na bola aos 32 minutos. Visualizou fixamente a TV e parecia dizer com os olhos: “ele tá livre, ele tá livre!”. E ele estava mesmo livre, tão sozinho que botou a bola na cabeça de Cambiasso. No instante em que a bola chegava ao argentino, Frantz explodiu. Saltou da poltrona e mandou um sonoro “OLHA O MEIO!” e viu o Schalke voltar para trás do marcador com Milito.

“Torcer para time ruim dá nisso”, dizia Frantz.

Na parte derradeira da etapa inicial, quando viu Baumjohann correndo sozinho, Frantz parecia pronto para receber o passe. Ele avançou pela sala, driblou o tapete e ficou de frente para TV, na posição exata para mandar a bola pra dentro e correr pro abraço. Lógico que não era Frantz no lance, mas sim Edu. Quando o brasileiro teve o controle da bola, nosso amigo já simulava a finalização. Ao ver o rebote de Júlio César, praticamente implorou para que saísse o chute de Edu e saiu pulando como um garoto ao ver o gol de empate. Para completar, deu um soco tão forte na parede que quase quebrou seus dedos.

Não era um dia normal naquela vizinhança. Frantz, o borussiano, vibrando com o Schalke? Não era possível! O pior… Ou melhor, depende do ponto de vista, ainda estava por vir na etapa final.

Com menos de dez minutos, Raul recebeu um belo passe de Farfán – passe que fez Frantz soltar um sonoro “nooooosa” – e fez o terceiro do Schalke. Acreditem, Frantz estava contido pelo que ainda viria.

No lance seguinte, o espanhol Jurado escapou livre pela direita e o nosso personagem já estava de pé, efusivo, gritando: “Ah, meu Deus! Vai acontecer de novo”. Aconteceu e ainda houve uma mãozinha de Ranocchia, que cortou mal e fez contra.

Parecia uma garota desesperada de solidão em uma festa e dava bola para qualquer um que passava a sua frente” diria um conhecido de Frantz para descrever a defesa interista (risos).

Não era possível imaginar a cara de parede de seus amigos. Aqueles que, por tantas vezes dividiam as alegrias e tristezas borussianas, agora se viam divididos. Um pulava de alegria como uma criança sabendo que ganhará um sorvete, os outros estavam preocupados com a possibilidade de outro time da região conquistar a Europa.

No gol anotado por Edu, o quinto na partida, Frantz saiu correndo por sua casa, rindo como nunca. Quem o conhecia, saberia que essas risadas eram pela desgraça alheia, a desgraça interista, quem não sabia direito quem era, poderia imaginar que ali estava um fanático azul real.

Soado o último apito, Frantz se recompôs rapidamente, mostrou uma expressão mais séria e respeitosa e desligou a televisão. Embora sua aparência não demonstrasse isso, aquela goleada significou a limpeza da alma. As lágrimas e lamentações que marcaram sua vida em 2006, foram transferidas para a Itália, em uma abrangência menor, é claro, mas com efeito tão destruidor e que satisfazia todas as necessidades psicológicas de Frantz.

Constrangidos, ele e seus amigos não conversaram mais sobre o Schalke, somente quando este era adversário do Borussia Dortmund. Até mesmo os ingressos comprados para o confronto de volta – vitória alemã por 2×1 – não foram utilizados.

O Schalke não conseguiu repetir o feito do rival e parou na semifinal, perdendo para o Manchester United, mas não pôde dizer que não marcou história. Não só isso, marcou a vida de muitos torcedores do time espalhados pelo mundo inteiro e até mesmo lavou a alma de um borussiano. Quem diria?

Obs: Hoje, Frantz é um contente torcedor do Borussia Dortmund e nunca mais precisou recorrer da torcida azul real (risos);

Uma chance para Weidenfeller

Weidenfeller tem feito por merecer uma chance na Nationalelf (Getty Images)

Não canso de dizer que a Alemanha, além de possuir as melhores fábricas de automóveis e cervejas, produz muitos goleiros de ótima qualidade. Ainda assim, ciente da enorme concorrência, faço um pequeno apelo ao técnico da seleção alemã, Joachim Löw: convoque para seu time Roman Weidenfeller.

Aos 32 anos, o goleiro que defende o Borussia Dortmund desde 2002, tem apenas passagens pelo time B que a Alemanha formou para preparar garotos visando a Copa de 2006. Ainda assim, Weidenfeller fez apenas um jogo e era muito jovem na época, apenas uma aposta borussiana para substituir Lehmann, que havia se transferido para o Arsenal.

Atualmente, acabo entendendo que Löw opte por Manuel Neuer, que mesmo não sendo exigido no Bayern como era no Schalke, ainda é o melhor da posição no país. Entendo também que chame os jovens Marc-André ter Stegen e Ron-Robert Zieler, já que ambos necessitam dessas chances para evoluírem na carreira e sucederem Neuer no futuro.

O que não entra, de maneira nenhuma, em minha cabeça é como o intempestivo e completamente instável Tim Wiese tenha recebido várias convocações, enquanto Weidenfeller ficou chupando dedo esse tempo todo.

O goleiro do Dortmund é sinônimo de segurança. Weidenfeller é firme nas bolas aéreas, tem reflexos apurados, se impõe debaixo dos três postes e raras vezes falha, mantendo sempre uma boa regularidade. É um goleiraço!

Para quem quiser ver só um pouco do que ele é capaz, procure assistir o jogo entre Manchester City 1×1 Borussia Dortmund, pela 2ª rodada da UEFA Champions League. Boa parte do crédito do empate foi colocada na conta do goleiro do time inglês, Joe Hart, mas muitos acabaram se esquecendo que na etapa inicial, Weidenfeller fez diversas defesas complicadas, evitando a abertura do placar ainda no início da partida.

A participação do goleiro que mais me chamou a atenção na citada partida foi em um lance com Kun Agüero. O argentino recebeu com liberdade pela direita e viu Weidenfeller saindo e fechando o ângulo, porém, ficou com as pernas abertas. O atacante não hesitou e mandou a bola justamente ali, mas em um ato de puro reflexo e agilidade, o arqueiro borussiano dobrou uma das pernas e evitou o gol inglês.

Essa foi somente uma das várias defesas monumentais de Weidenfeller na etapa inicial daquele jogo, onde o Dortmund teve atuação de gala. Aliás, só para desabafar um pouco, o árbitro Pavel Kralovec estragou a melhor partida do BVB desde o 3×1 sobre o Bayern em 2010/11 com um pênalti fajuto, marcado nos minutos finais.

Voltando ao Weidenfeller, não custa reforçar que ele é um dos símbolos do novo Borussia Dortmund, que passou de time praticamente falido e coadjuvante no país a clube bicampeão nacional e exemplo no continente. O goleiro pode não ser um dos jogadores citados quando lembram exemplos de futebol bonito, como Mario Götze, Kuba, Robert Lewandowski e Ilkay Gündoğan, mas é sempre lembrado como líder e jogador de grupo, como Sebastian Kehl, Sven Bender e Mats Hummels.

Pedir que Weidenfeller seja titular e até presença constante nas convocações de Löw talvez seja exagero demais de minha parte, mas não soa bem saber que o goleiro do time bicampeão alemão e um dos mais regulares do país, nunca tenha recebido uma mísera convocação para a seleção nacional. Por isso, faço esse apelo ao técnico da Alemanha: leve Weidenfeller para um amistoso, dê 90 minutos a ele! Se não se satisfizer, tudo bem, não o chame mais, mas não deixe a carreira deste grande goleiro com um vazio desses.

Obs: Talvez jogue todas as palavras acima no lixo ao dizer isso, mas não nego a ninguém que tenho certa afeição pelo Borussia Dortmund, até por isso, você pode entender que o texto seja passional ou algo do gênero. Enfim, é o que penso sobre Weidenfeller e como fã do BVB, não fico contente em vê-lo assistir a Nationalelf pela televisão.