Le Podcast du Foot #87 | Balanço da janela

A janela de transferências do Campeonato Francês teve seus altos e baixos. De perdas importantes, como Mariano Diaz, que deixou o Lyon e voltou ao Real Madrid, a contratações de impacto, como Kevin Strootman, que reforça o Marseille, e até aquelas negociações para reviver velhos nomes, como Ben Arfa e Paulo Henrique Ganso, que vestirão as camisas de Rennes e Amiens, respectivamente.

Mas, afinal, quem contratou bem? Qual time perdeu jogadores mais importantes? E quem saiu ileso aos assédios de clubes rivais? O balanço das principais negociações esteve em pauta na edição #87 de Le Podcast du Foot.

O jornalista Eduardo Madeira conduziu o programa ao lado do jornalista Flávio Botelho e do colaborador do Footure, Renato Gomes. Ouça abaixo e assine o feed no iTunes e no Google Podcasts:

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Le Podcast du Foot #86 | Super guia da temporada

Vem aí a temporada 2018/19 do Campeonato Francês!

O atual campeão PSG mantém Neymar, Mbappé, Cavani e agora conta com o reforço de Thomas Tüchel como treinador. O Monaco mantém a política de buscar jovens atletas para valoriza-los e vende-los por valores maiores. Enquanto isso, Marseille e Lyon se movimentam para competir de forma igualitária com os dois.

Mas ainda tem Saint-Étienne, Nantes, Rennes e outros tantos que querem buscar um lugar ao sol.

Quer saber o que pode rolar na nova temporada da Ligue 1? Tem edição especial de Le Podcast du Foot. Eduardo Madeira, Filipe Papini e Renato Gomes projetam o torneio e contam com as participações de Vinícius Ramos e das torcidas brasileiras do Monaco, Marseille e Rennes.

Ouça abaixo o programa:

Le Podcast du Foot #85 | Lima e o terceiro ano na França: “Nantes respira futebol”

O Nantes não se contenta com migalhas. Sonha alto e trabalha para cumprir isso. Os brasileiros fazem parte desse contexto, caso do lateral-esquerdo Lima – um dos cinco jogadores nascidos no Brasil que estão no elenco verde e amarelo.

Aos 26 anos, ele parte para a terceira temporada nos Canários. O objetivo é melhorar o desempenho de 2017/18 e recolocar um dos maiores campeões do futebol francês no cenário europeu.

Convidado especial da edição #85 de Le Podcast du Foot, Lima falou um pouco do período em Nantes, dos aprendizados na França e das primeiras impressões de Miguel Cardoso, a quem considerou “excelente treinador”.

Em determinado momento da entrevista, o defensor comentou sobre La Beaujoire, a casa dos Canários. “A torcida é sensacional. Nantes respira futebol”, elogiou.

Ouça abaixo a edição #85, apresentada por Eduardo Madeira:

Lembrando que Le Podcast du Foot está disponível também no iTunes, no MixCloud e no Google Podcasts:

Os empurradores de bola pra rede

O conceito das funções do centroavante foi mudando ao longo dos anos. Na época em que os times atuavam mais espaçados no gramado, os técnicos se davam ao luxo de deixa-los isolados na frente, aguardando uma mísera bola para empurrar para as redes e correr para o abraço.

Hoje, não ter um centroavante com capacidade de abrir espaços e participar mais ativamente da partida significa, na maior parte das vezes, jogar com um a menos.

“Na maior parte das vezes”. Como tudo no futebol, isso não é regra.

Na França temos dois exemplos de times que não seguem bem essa tendência, possuem centroavantes, digamos, à moda antiga, mas que, dentro de seus contextos, fazem temporadas dignas e apresentam ao país nomes de centroavantes que podem ajudar em ocasiões específicas.

Santini encontrou em Rodelin o parceiro ideal | Foto: SM Caen/Site oficial

Um desses caras é Ivan Santini, do Caen. Nascido na antiga Iugoslávia, o croata de 28 anos está desde 2016 na França e, pela segunda temporada consecutiva, está entregando um número razoável de gols.

No primeiro ano foram 15 em 34 jogos (2.888 minutos, ou seja, um gol a cada dois jogos e 12 minutos). Na atual temporada, os números estão um pouco abaixo: 11 gols em 30 partidas (2.598 minutos, ou um gol a cada dois jogos em 56 minutos).

Santini marcou todos os 11 gols de dentro da grande área, sendo que cinco foram de pênalti, três com apenas um toque (todos de cabeça), dois precisaram de dois (um foi quase embaixo do gol) e apenas um foi mais trabalhado.

Parte desse rendimento vem, é claro, do modelo de jogo do time e das características dos atletas que rodeiam Santini. Um deles é Ronny Rodelin. Jogador que prometia muito quando surgiu no Nantes, mas que pouco rendeu no Lille, ele está na terceira temporada no Caen e conseguiu dobrar o número de assistências: de três para seis. Quatro desses passes para gol foram para o goleador croata.

Santini está longe de ser o atacante mais virtuoso entre os times pequenos da Ligue 1 e dificilmente será a solução para um clube maior, mas graças a ele o Caen chega nas rodadas finais três pontos longe da zona de playoff do rebaixamento. Não tem como não creditar a ele esses méritos, afinal de contas, quase metade dos gols do time no campeonato (46,1%) tiveram participação dele (contabilizando a única assistência que deu na temporada).

O argentino dos Canários

Outro “empurrador de bolas pras redes” de sucesso nesta temporada é o argentino Emiliano Sala. Tratado com muito afeto no Bordeaux, clube onde chegou em 2010, foi agora no Nantes que, enfim, explodiu na primeira divisão. Já são 12 gols (mesma quantidade da temporada anterior) e quatro assistências. Num time com míseros 33 gols marcados – o terceiro pior ataque da Ligue 1 – Sala é responsável por 48,3% dos tentos, seja com passes ou assistências.

O mais interessante dos gols do argentino é o nível de decisão. Sala balançou as redes em cinco vitórias por 1 a 0, em um triunfo por 2 a 1, em dois empates por 1 a 1 e duas vezes num empate por 2 a 2. Dos 46 pontos dos Canários, 21 podem ser colocados na conta do argentino.

Assim como o já citado Santini, Sala também vive de marcar com toques únicos. Quatro dos 12 gols foram de pênalti, seis precisaram de um contato com a bola, um precisou de dois e ainda houve um sem querer, onde a zaga chutou a bola em cima dele e entrou.

Quase metade dos gols do Nantes tiveram participação de Sala | Foto: FC Nantes/Site oficial

Os números de Sala talvez só não sejam melhores porque a queda do Nantes em 2018 é algo extremamente preocupante. O time comandando por Claudio Ranieri não vence desde a 29ª rodada (dia do último gol do argentino) e ficou com diminutas chances de disputar a próxima Liga Europa.

Ainda assim, inegavelmente é a melhor fase da carreira de Sala, que dificilmente continuará no Nantes. Na janela de inverno foi cortejado por Wolverhampton, Brighton e pelo chinês Beijing Renhe. Apesar da seca de gols desde março, deverá buscar voos maiores.

Sala, assim como Santini, provam que podem ser opções interessantes para times de médio porte, especialmente aqueles que não prezam tanto por um jogo de maior posse de bola e que não se preocupam em ter um homem de frente apenas para empurrar a bola para as redes.

É a Ligue 1 provando, pela enésima vez, que há material humano de qualidades e características diferentes em todos os times. Sala e Santini são dois entre tantos exemplos. Basta garimpar.

O intruso

Olivier Dall’Oglio está entre os principais técnicos da Ligue 1 | Foto: Vincent Poyer / Dijon FCO

Olivier Dall’Oglio está longe de ser o melhor técnico da França, tampouco de ser um dos mais promissores da Europa. Mas o simples fato de tentar fazer diferente em um país com treinadores de cabeças tão fechadas já o coloca na lista de melhores da temporada no Campeonato Francês.

A UNFP (União Nacional dos Futebolistas Profissionais, em tradução literal) o colocou ao lado de Unai Emery, campeão pelo PSG, Rudi Garcia, do Marseille, e Leonardo Jardim, do Monaco, concorrendo ao posto de treinador do ano na França.

À primeira vista, para quem pouco acompanha a Ligue 1, a cara é de espanto. Afinal de contas, Dall’Oglio treina o modesto Dijon, que ocupa a 12ª colocação, com 42 pontos. Em momento algum lutou por vagas nas copas europeias e chegou a sofrer a humilhante goleada de 8 a 0 para o PSG. Apesar disso tudo, teve desempenho sólido que em nenhum momento lhe colocou em situação de sufoco contra o rebaixamento.

Dall’Oglio ficou dentro de uma lista que deixou de fora o competente Lucien Favre, do Nice, o veterano Claudio Ranieri, de boa campanha no Nantes, e o ainda contestado Bruno Genésio, que aos trancos e barrancos está levando o Lyon para a Liga dos Campeões.

Diante disso, vale perguntar: afinal de contas, quem é Olivier Dall’Oglio?

Dall’Oglio encerrou a carreira no Rennes | Foto: Reprodução

Aos 53 anos – completa 54 no próximo dia 16 de maio – ele foi um zagueiro de carreira discreta, com passagens mais expressivas pelo modesto Olympique d’Alès, entre 1982 e 1989, e pelo Rennes, clube onde encerrou a carreira aos 33 anos de idade após problemas físicos, em 1996.

Um ano depois já se aventurou como técnico dos times de base do Alès, do Nimes e do Troyes. Neste período, contou ao Ouest France, chegou a cumprir estágio no Brasil, quando passou algumas semanas no Vasco da Gama.

O primeiro clube profissional foi exatamente o Olympique d’Alès, entre 2007 e 2008. Passou pouco tempo por lá, já que ainda em 2008, decidiu se juntar a Dominique Bathenay e integrar a comissão técnica da seleção dos Emirados Árabes Unidos.

Após a curta passagem no famigerado “Mundo Árabe”, só voltou a ser treinador em 2012, após o rebaixamento do Dijon. Patrice Cameron deixou o clube após a queda e ele, que era auxiliar, assumiu o time. Na Ligue 2, a segunda divisão do país, passou três temporadas batendo na trave com o acesso – terminou em 7º, 6º e 4º – até subir em 2015/16.

A primeira temporada na elite foi um choque para Dall’Oglio e seus comandados. Ao término da 6ª rodada, já era o penúltimo colocado, com apenas uma vitória. A parte inicial do campeonato encerrada em dezembro de 2016 não foi tão pior porque algumas vitórias providenciais – como sobre o Toulouse, no último jogo ano – puxaram o time para a 15ª colocação.

A briga contra o rebaixamento transcorreu até as rodadas finais. Faltando dois jogos, o Dijon era o 18º colocado. Porém, a decisiva vitória sobre o Nancy, em confronto direito na penúltima rodada deu o alívio necessário para permanecer na elite com um simples empate na partida derradeira.

Mas ainda não respondi à pergunta fundamental: o que Dall’Oglio fez de tão excepcional para ser lembrado como um dos melhores técnicos da temporada, mesmo com o time dele estando no meio da tabela? Simples, ele pensa diferente.

Sem exagero algum, mais de 95% dos times franceses que sobem de divisão adotam uma mesma estratégia para tentar permanecer na elite: montam times fortes fisicamente para serem capazes de defenderem bem e contra-atacarem em velocidade. O Angers, por exemplo, foi uma equipe que utilizou desse expediente nas duas temporadas em que está na primeira divisão.

Dall’Oglio pensa diferente. “A ideia foi sempre propor um espetáculo de futebol”, afirmou ao Ouest France. Foi com essa mentalidade do treinador que o Dijon sustenta o quinto melhor ataque da competição, com 49 gols marcados.

O mais interessante é que dos 49, 33 surgiram de jogadas construídas (via Who Scored), enquanto o restante ficou distribuído entre lances de contra-ataque, pênaltis, bolas paradas ou gols contra.

Vale citar ainda a quantidade de gols que surgiram de chutes de fora da área, como mostra a imagem abaixo. O reflexo é claro: o Dijon é um time destemido até para finalizar de longe.

Arte: Squawka

Longe de ser um dos times mais virtuosos, o Dijon tenta ousar dentro de suas possibilidades. As estatísticas mostram que está distante de ser um dos times que mais acerta passes (12º no ranking) e dos que finaliza (14º), mas consegue propor um jogo direto, agressivo, explorando as bolas longas e, principalmente, a qualidade de seus principais jogadores, como o habilidoso tunisiano Naïm Sliti, líder em assistências no time, e o competente Júlio Tavares, autor de 11 gols na temporada e maior artilheiro da história do jovem clube de apenas 20 anos.

Dall’Oglio não nega que procura o jogo perfeito, por isso confessa o incômodo em ter a pior defesa da Ligue 1, com 69 gols sofridos. Parte disso deve-se ao viés ofensivo da equipe, que deixa o setor de marcação desprotegido. Basta ver que o Dijon ficou apenas cinco jogos a temporada inteira sem ser vazado.

Para corrigir isso, os treinamentos são explorados de forma intensa. Segundo o próprio Dall’Oglio, boa parte das atividades são feitas com bola, mas cobra disciplina dos atletas, pois só assim suas ideias serão assimiladas.

Além disso, ele busca utilizar o status de treinador para se assumir como líder e não como autoritário. Na mesma entrevista ao Ouest France, o comandante do Dijon disse que faz, sim, suas cobranças quando enxerga algo não saindo como o imaginado, mas que procura fazer isso internamente, evitando qualquer constrangimento ou humilhação nos atletas.

Dall’Oglio está cada vez mais maduro. A cada ano evolui como técnico e mostra aos demais clubes franceses que é, sim, possível fazer futebol com poucos recursos. Estar na premiação da UNFP é uma simples amostra do barulho que tem feito em um modesto clube.

Le Podcast du Foot #75 | Conturbado Lyon

O Lyon vive temporada atípica. Enfim estabilizado financeiramente após a construção do Estádio Groupama e com a venda de nomes como Alexandre Lacazette e Corentin Tolisso, o clube agiu bem no mercado de transferências, trouxe bons nomes para se juntarem as crias do clube, mas não consegue ser competitivo ao ponto de lutar pelo título francês e até mesmo pela vaga direta na fase de grupos da Liga dos Campeões.

Somado a isso, a temporada tem sido repleta de decepções, com eliminações precoces nas copas nacionais e na Liga Europa. Isso tudo coloca o trabalho do técnico Bruno Génésio em xeque e já é cogitada sua saída ao término da competição.

Le Podcast du Foot #75 debateu todas essas conjunturas da conturbada temporada do Lyon. Eduardo Madeira conduziu o programa ao lado de Filipe Papini, do Brasil Lyonnais. Ouça o programa abaixo:

Máquina de fazer dinheiro

Poucos clubes na Europa sabem fazer dinheiro como o Monaco. Não, não estou insinuando nada em relação a Dmitry Rybolovlev, milionário dono russo do clube, e a possíveis negócios escusos que vira e mexe esses endinheirados se envolvem. Faço apenas referência ao fato de conseguir colocar na prática o discurso velho e batido de formar ou captar, valorizar e vender atletas.

O exemplo mais atual é o do atacante Guido Carrillo. O argentino, de 26 anos, nunca foi peça de destaque no time monegasco e sequer acumula temporadas como titular, mas foi negociado com o Southampton por impressionantes 22 milhões. Sabem por quanto foi contratado na temporada 2015/16? Menos da metade, € 9 milhões.

Mesmo sem ser titular, Carrillo rendeu € 22 milhões aos monegascos | Foto: Divulgação/AS Monaco

E o Hermano não é o único dessa lista. Abaixo, separei algumas transferências recentes do Monaco, com os valores investidos e o quanto que recebeu pela venda futura:

Jogador Comprado Venda
James Rodríguez 45 milhões | FC Porto 75 milhões | Real Madrid
Geoffrey Kondogbia 20 milhões | Sevilla 36 milhões | Internazionale
Bernardo Silva 15,7 milhões | Benfica 50 milhões | Man. City
Benjamin Mendy 13 milhões | Marseille 57,5 milhões | Man. City
Aymen Abdennour 13 milhões | Toulouse 22 milhões | Valencia
Anthony Martial 5 milhões | Lyon 60 milhões | Man. Utd
Timoué Bakayoko 8 milhões | Rennes 40 milhões | Chelsea

São números muito impressionantes de atletas contratados por valores baixos e vendidos por cifras significativas. Alguns, inclusive, negociados por quantias até cinco vezes maiores do que investidas no começo, como Bakayoko e Martial.

O atacante do Manchester United, aliás, é o exemplo mais claro dessa nova filosofia. Apesar da carreira nas seleções de base, nunca foi aproveitado com frequência no time principal do Lyon. Chegou ao Monaco por singelos 5 milhões, foi posto a jogar por Leonardo Jardim e logo foi vendido por impressionantes € 60 milhões aos Red Devils.

E ainda dá para colocar na roda os casos de Laywin Kurzawa e Yannick Ferreira Carrasco. O primeiro é da base do clube e rendeu € 10 milhões com a venda para o Paris Saint-Germain, enquanto o segundo foi captado ainda jovem, no time sub-19 do Genk, e foi negociado com o Atlético de Madrid por € 17,2 milhões.

Ah, claro, tem ainda Kyllian Mbappé, que vai se tornar a segunda maior contratação da história ao término da temporada.

Rybolovev (dir.) e Vasilyev (esq.) encontraram a fórmula ideal de conduzir o Monaco | Foto: Divulgação/Monaco

Tudo isso faz parte da filosofia da equipe encabeçada pelo presidente Rybolovlev. Quando ele assumiu o comando do clube, espantou a Europa com contratações milionárias, como Falcao García e James Rodríguez (que ainda explodiria na Copa do Mundo de 2014 e renderia mais dinheiro ao ASM). Tendo ao lado o diretor geral Vadim Vasilyev, porém, mudou o ponto de vista e passou a focar mais nas academias do clube.

Hoje, os monegascos se especializaram em captar jogadores jovens, desenvolve-los, explorar ao máximo os seus potenciais e revende-los para outros centros. Tudo isso sob o olhar clínico de Bertrand Reuzeau, diretor da academia do clube desde 2016, um dos mais respeitados treinadores de base na França.

>> Para quem quiser entender mais do processo de reconstrução do Monaco, a filosofia do clube esteve em destaque na edição #68 de Le Podcast du Foot:

Isso explica bastante porque entra e sai temporada e o Monaco sempre passa por pequenas reformulações. Há quem entenda que é pensar pequeno, colocar a ganância acima do anseio futebolístico, mas eu já considero o contrário. Desta maneira, o clube não fica refém de Rybolovlev, que só gerencia e não precisa intervir mais energicamente com contratações malucas. O ASM consegue ter saúde financeira e reinvestir nas academias para ter retorno em campo.

E podem aguardar que vem mais por aí. Jorge (comprado por € 8,5 milhões), Djibril Sidibé (€ 15 milhões), Fabinho (€ 6 milhões), Keita Baldé (€ 30 milhões) e, principalmente, Thomas Lemar (€ 4 milhões) serão os próximos a engordar as contas bancárias do Monaco, que certamente é o time a ser olhado, sempre prospectando o futuro.

*Todos os valores tiveram como fonte o site Transfermarkt;