Nem o juiz ajudou Ibisević

Thomas Helmer foi presenteado com o gol em que a bola não entrou

O Campeonato Alemão mal começou e já temos história para contar. O fato que destaco também nos remete a uma das passagens mais polêmicas dos 50 anos da Bundesliga.

No sábado, Stuttgart e Wolfsburg estreavam na Mercedes Benz Arena. Era um jogo morno, de poucas alternativas e algumas emoções. Não à toa, Vedad Ibisević e Bas Dost, atacantes dos Suábios e dos Lobos, respectivamente, pouco participaram do jogo. Porém, cada um teve a sua chance clara no final da partida, sendo que Dost foi o único que a aproveitou, fazendo o gol da vitória do Wolfsburg.

O que complicou a vida de Ibisević foi o fato de sua chance ter sido muito mais clara do que a de seu adversário. O atacante bósnio viu o goleiro Diego Benaglio espalmar sua cobrança de pênalti aos 43 minutos do segundo tempo e ainda desperdiçou o rebote que caiu em seu pé direito e com a trave escancarada.

Fiquei chocado com o lance. Não é tradição da Bundesliga ter placares zerados e já sair um na estreia não era bom prenúncio. Menos mal que Dost evitou o “oxo”.

Outro cidadão que poderia ter evitado o placar zerado era o árbitro Tobias Welz. Sim, o juizão poderia ter dado uma “mãozinha” ao Stuttgart e concretizar o gol de Ibisević, mesmo com a bola indo na lua. Falo isso porque este caso está indiretamente ligado a uma história que aconteceu na Bundesliga 1993/94.

O Bayern liderava o campeonato com dois pontos de vantagem para o Kaiserslautern de Friedel Rausch. Enquanto isso, o Nürnberg lutava na outra ponta da tabela e estava uma posição acima da zona de rebaixamento. Porém, com três rodadas para disputar, o Club tinha quatro pontos de vantagem para o primeiro time dentro da zona de descenso, o Freiburg.

As duas equipes se enfrentaram no dia 23 de abril de 1994, em jogo válido pela rodada de número 32. O Bayern tinha noção de que precisava do resultado e partiu para cima desde o início, bombardeando o gol de Andreas Köpke.

A chance mais clara veio no final da primeira etapa, quando a bola sobrou na pequena área para o zagueiro Thomas Helmer, contratação mais cara da Bundesliga na época. Era só empurrar para dentro, era um gol fácil, mas como um beque caneleiro – coisa que não era -, Helmer se enrolou com a pelota e mandou fora. O jogador estava desolado, era a chance de abrir o placar.

Os jogadores do Nürnberg já se aprontavam para nova cobrança de escanteio, até que uma nova cena dá ares renovados a partida. Os jogadores do Bayern passam a abraçar Helmer, não para consolá-lo, mas sim para festejar, enquanto o pessoal do Nürnberg vai ao árbitro para saber o que aconteceu. O juiz Hans-Joachim Osmers e o bandeira Jörg Jablonski viram, sabe-se lá como, a bola entrar e deram o gol, quando ficou nítido que isso não aconteceu. Ninguém entendeu nada, até por isso, a reclamação nem foi tão acintosa. Esse lance é conhecido até hoje como “Phantomtor” – “Gol Fantasma” – e talvez seja a alcunha mais marcante de lances característicos do futebol alemão, ao lado de “Wembley Tor” – referência ao gol do título mundial da Inglaterra.

O Bayern terminara a partida como vencedor, 2×1, mas o gol de Helmer poderia ser só mais uma página cômica do futebol alemão se o argentino Sergio Fabian Zárate não perdesse um pênalti no final do jogo, o que deixaria tudo igual e mudaria os rumos do campeonato.

Até hoje, Hans-Joachim Osmers exibe, de forma orgulhosa, o quadro com o “Phatomtor”

Com a derrota, o Nürnberg entrou com um protesto junto a Bundesliga e a Federação Alemã para anularem a partida. Dito e feito! Após todos os jogos da penúltima rodada, houve o reencontro entre as equipes bávaras e o Bayern passou por cima, goleando por 5×0.

Por fim, o Bayern conquistou a Bundesliga com um ponto de vantagem para o Kaiserslautern, enquanto o Nürnberg acabou rebaixado pelo saldo de gols.

Tá certo que um Phantomtor na primeira rodada do Campeonato Alemão não traria grandes consequências na atual temporada, como trouxe em 1994, mas seria uma página histórica do futebol na terra do chucrute.

12 grandes? A Alemanha também tem!

Em 71, o Gladbach era campeão alemão

Dizem que o Campeonato Brasileiro é o campeonato nacional mais equilibrado do mundo. Isso é questão de gosto e opinião (honestamente, o equilíbrio do Brasileirão me irrita. Não é um equilíbrio feito por muitas vitórias e poucos tropeços e sim pelo inverso, onde os líderes perdem muitos pontos e as vitórias são ocasionais. Por isso até costumo dizer que o Brasileirão tem dois setores na tabela: a parte de cima e a parte debaixo. Não há o “meio”. Os times que teoricamente estão no meio da tabela, se conquistam duas ou três vitórias consecutivas, já colam na ponta, assim como se perderem essa mesma sequencia de jogos, já estão na beira do inferno. É um equilíbrio que me irrita!). Mas sempre dizem que um dos motivos do Brasileirão ser muito equilibrado é que há muitos times grandes. Ouvi recentemente que o nosso campeonato nacional tem “de 12 a 13 equipes grandes, capazes de serem campeãs nacionais”. Esse tema de “clubes grandes” já foi debatido meses atrás e só pra dar uma recapitulada no assunto…

Acho que muitos “clubes grandes” aqui do Brasil só são chamados assim porque sempre tem um estadual pra livrar sua pele e enfim ganhar um título, mas no geral, ficam anos e anos sem ganhar nada de nível nacional ou internacional. Mesmo com esse incômodo jejum, basta ganhar um título estadual, que a frase “o grande voltou” aparece. Enquanto isso, a Europa convive com muitos times que tiveram seu auge nos anos 60 e 70, e hoje vivem na sombra de clubes milionários. Como o futebol europeu cresceu em nosso país recentemente, esses clubes que se não são grandes, são pelo menos tradicionais, acabam virando “pequenos”, devido ao seu sucesso no passado. Honestamente, quem enche a bola de um “grande” fajuto e menospreza um grande de história acaba sendo taxado por mim como “mente pequena”.

Mas para provar que ter mais de 10 grandes em seu campeonato nacional não é exclusividade do Campeonato Brasileiro, decidi revirar algumas fichas da minha querida Bundesliga e ver se bate de frente com o Brasileirão.

Tanto no Campeonato Brasileiro quanto na Bundesliga, cinco times cada não conquistaram o campeonato nacional. No Brasil, América, Atlético (GO), Avaí, Figueirense e Ceará. Na Alemanha, Leverkusen, Hoffenheim, Mainz, Freiburg e Augsburg.

Bom, até aí, nada demais. Uma simples comparação que mostra que nesses números, ambos estão em pé de igualdade. Agora, vou comparar times considerados grandes aqui, com grandes de lá, mas que são chamados de pequenos por aqui.

Olhem o Atlético Mineiro, por exemplo. O Galo conquistou o Brasileirão em 1971, ganhou uma espécie de Copa do Brasil – a Copa dos Campeões do Brasil – em 1978, duas Copas Conmebol nos anos 90 e… mais nada. Apenas alguns “importantissímos e maravilhosos campeonatos mineiros”.

O Gladbach conquistou seu penúltimo título alemão em 1976

Agora olhem o Borussia Monchengladbach. Os Potros tem 5 títulos alemães nos anos 70, três títulos da Copa da Alemanha e ainda nos gloriosos anos 70, o time se acostumou a chegar nas finais das copas européias.

Agora… ai de quem chamar o Atlético Mineiro de “pequeno”. É executado em praça pública, com transmissão ao vivo da Rede Globo, com Galvão Bueno na narração. Mas o pobre Gladbach… coitado! É famoso pelo nome complicado!

Vocês podem vir com a desculpa de que o Atlético tem uma grande torcida. Ora bolas, o Monchengladbach também tem. O Borussia Park pode receber mais de 50 mil pessoas e é raro ver um jogo nesse estádio com menos de 40 mil pessoas.

Outro exemplo: o Palmeiras têm 8 títulos brasileiros – oito depois da unificação – mas está a quase 20 anos sem ganhar o Brasileirão. Sem falar que seu último título de mais expressão foi a Copa dos Campeões de 2000.

Mas há também o “Palmeiras alemão”. Isso mesmo! Mesmo não jogando de verde, o Nüremberg tem muitos títulos nacionais e está em uma fila gigantesca. Foram 9 títulos alemães do time bávaro, mas o último foi no ano de 1968. Um ponto que deixa o Nüremberg na frente do Palmeiras é que seu último título foi em 2007, a Copa da Alemanha.

E ainda há uma porrada de exemplos que eu poderia citar de times brasileiros chamados pela mídia de “grandes” e times da Alemanha que talvéz sejam maiores, mas que por aqui, são “pequenos”.

Em 1983, o Hamburgo foi campeão nacional e europeu

Mas pra resumir o que quero dizer, é que tentei ser irônico – embora isso não seja o meu forte – no título. Não acho que todos os times alemães que tenham ganham a Bundesliga sejam grandes. Uns são grandes, outros tradicionais – acredite, acho os dois patamares parecidos mas não iguais – e muitos outros se perderam no tempo.

Esse texto saiu mesmo só pra eu mostrar um pouco que eu não gosto muito desse negócio de vangloriar toda hora um time que ganha 457 títulos estaduais, que pra mim, não se equivalem a dois títulos nacionais. Assim como não gosto do desprezo e despeito com alguns clubes estrangeiros cheios de histórias são tratados por mídia e fãs de futebol.

>>Campeões brasileiros e alemães presentes nas primeiras divisões

Série A Bundesliga Títulos
  Bayern 22
  Nüremberg 9
Santos

Palmeiras

  8
  Schalke

Borussia Dortmund

7
São Paulo Hamburgo 6
Flamengo Stuttgart

Monchengladbach

5
Corinthians

Vasco

Kaiserslautern

Werder Bremen

4
Internacional

Fluminense

Colônia 3
Cruzeiro

Botafogo

Grêmio

Bahia

Hertha Berlin

Hannover

2
Atlético (MG)

Atlético (PR)

Coritiba

Wolfsburg 1

 

Balanço da janela: Alemanha

A janela de transferências se fechou e só negociações internas podem acontecer. Mas como a janela barulhenta acabou de se fechar, farei um balanço dos principais negócios, pros internautas não só saberem o que rolou, mas saberem também a minha opinião sobre algumas transações.

Começando pela Alemanha!

Torcedor dá as boas vindas a Neuer

O time que mais gastou foi o Bayern de Munich. Os bávaros investiram uma singela bagatela de 44 milhões de euros. O jogador mais caro e mais batalhado pelo clube foi Manuel Neuer. O ex-arqueiro do Schalke chegou por 22 milhões de euros. O Bayern também batalhou para trazer Jêrome Boateng. O Manchester City insistiu em não liberar, mas após ver os 13 milhões de euros, decidiu vender.

Ainda chegaram na Baviera, Nils Petersen, Rafinha e Usami. Deixaram o clube de graça Kraft e Ottl, que foram pro Hertha, Altintop, pro Real Madrid e Klose, que foi pra Lazio. Ekici foi o único que encheu os cofres bávaros. O Bremen pagou 5 milhões de euros pelo atleta.

O Bayern investiu pesado. Muita grana em um goleiraço como Neuer, mas talvez exagerada em um zagueiro de nível duvidoso como Boateng. Mas claramente o investimento bávaro chega pra corrigir a defesa, que foi o ponto falho na última temporada.

Outra equipe que manteve o costume de gastar bastante foi o Wolfsburg. Os Lobos gastaram bem menos que o Bayern, “só” 21 milhões e diferentemente do time bávaro, não focou em um ajuste em determinada posição, mas fez sim uma enorme lista de contratações para várias posições.

Os Lobos pagaram 9 milhões por Träsch

Começando pela defesa, onde chega do rebaixado Frankfurt Marco Russ e o brasileiro Chris, Träsch vem do Stuttgart – negócio mais caro do Wolfsburg, 9 milhões – Kyrgiakos do Liverpool e Cale do Trabzonspor. Pro meio campo, vem Ochs do Frankfurt, Klich do MKS Cracóvia, Salihamidzic da Juventus, Hitzlsperger do West Ham e Hleb do Barcelona – os últimos três voltam ao futebol alemão. Pro ataque, vem do Kaiserslautern, Srdjan Lakic e Jönsson do Helsingborg.

Jogadores acostumados a jogar pelo time titular do Wolfsburg acabaram deixando o clube. Grafite foi vendido pro Al-Ahli, Riether pro Colônia, enquanto Kjaer, Diego e Pekarik foram emprestados para Roma, Atlético de Madrid e Kayserispor, respectivamente. Ainda deixam o clube Fabian Johnson, Ziani, Ben Khalifa, Gogia e Tuncay.

Como pode-se notar, há uma gastança desenfreada nos Lobos. Vem jogadores para todas as posições, não há, como no Bayern, um critério definido para os reforços. Talvez até alguns desses reforços não irão jogar. O Wolfsburg é mais um caso de time que tem dinheiro, mas parece não saber gastar.

Nos dois primeiros colocados da última temporada da Bundesliga, apenas alguns ajustes.

Bakalorz, Gundogan, Leitner, Löwe e Perisic prontos pra nova batalha

No Dortmund, veio Gundogan pro lugar de Nuri Sahin – grande perda do BVB -, vendido ao Real Madrid. Löwe chegou para ser o reserva imediato de Schmelzer, enquanto o artilheiro da última Liga Belga, Perisic, surge como um bom reserva ofensivo. No Leverkusen, Toprak chegou para coordenar a problemática defesa. Bernard Leno vem para ser o substituto de Adler, que anda se contundindo demais. Sem falar de Schürrle, que está contratado desde a temporada passada e chegou para ser titular.

Acima, já havia falado da grande perda do Dortmund, falta a do Leverkusen, que curiosamente também é na posição de volante. Arturo Vidal, que foi tantas vezes especulado no Bayern e que obrigou o presidente do Leverkusen, Wolfgang Holzhäuser a repetir dezenas de vezes que pro time bávaro ele não iria, acabou indo para a Juventus.

Só pra constar, BVB e Leverkusen, juntos, gastaram 21 milhões de euros, a mesma quantia gasta pelo Wolfsburg…

Afundando o Hamburgo, seu Arnesen?

Outra equipe que fez barulho na Alemanha durante a janela de transferências foi o Hamburgo, com Frank Arnesen como novo diretor de esportes. O dinamarquês trabalhou de 2005 até 2009 no Chelsea. Resultado disso: 5 jogadores dos Blues vieram parar no HSV. São eles: Töre, Bruma, Sala, Mancienne e Rajkovic.

Além dos desconhecidos Skjelbred e Neuhaus, o Hamburgo trouxe do Kaiserslautern o meia Ivo Ilicevic. Por ter se destacado no Lautern, a sua contratação parece ser mais segura que a garotada vinda do Chelsea.

O balanço hamburguês é meio negativo. Muitos negócios duvidosos!

BOLA DENTRO (CONTRATAÇÕES)

– O Hannover trouxe de graça Christian Pander, ex-Schalke. Pode jogar tanto na meia esquerda quanto na lateral do mesmo lado. Bom jogador e que já teve passagens pela Seleção Alemã. O Hannover, que já tem um time muito bem armado por Mirko Slomka, começa a armar um elenco forte também;

– Por empréstimo do Schalke, Mario Gavranovic chegou no Mainz. Suíço bom de bola. Boa pro garoto, que ganha experiência e bom pro clube do sudoeste alemão, que ganha um bom jogador e o principal, um jovem, sempre lembrando que Thomas Tüchel se dá bem que essa “espécie” de jogador;

Wolf chega pra ser o cherife do meio campo Verde

– O Werder Bremen tirou do Nüremberg o jogador Andreas Wolf. Marcador e polivalente, que pode atuar como volante e como zagueiro. Destaque pra seu espírito de liderança, que pode mudar o ânimo da equipe que não anda dos melhores;

– Duas bolas dentro do Schalke: Ralf Fährmann e Christian Füchs. O goleiro mostrou pelo Eintracht Frankfurt que tem futuro e pode sim ser o substituto de Neuer. Já o lateral-esquerdo se destacou muito no Mainz, principalmente nas assistências. Somente Fuchs “obrigou” o Schalke a gastar alguma coisa. Foram quase 4 milhões de euros;

– O Hertha Berlin também deu duas bolas dentro: Tunay Torun e Ânis Ben-Hatira. Ambos são jovens promissores e tem muito a evoluir do time berlinense;

BOLA DENTRO (SAÍDAS)

– Antes de tudo: falarei só dos jogadores que foram vendidos. Há muitos que ficaram sem contrato e se transferiram pra outra equipe. Esses não contam.

– Muitas do Hamburgo. Vamos por tópicos:

– Alex Silva, Flamengo: Nunca rendeu no Hamburgo. Sai sem deixar saudades.
– Pitroipa, Rennes: Fraquíssimo. Só corre. Não sabe passar, muito menos finalizar
– Rozehnal, Lille: Perdeu espaço no HSV
– Mathjisen, Málaga: Declinou demais. A zaga precisava ser renovada.
– Eljero Elia, Juventus: Mais uma enganação do mundo futebolístico.

– Três do Schalke: Hao Junmin, que chegou pra ser uma espécie de revide a Kagawa no Dortmund, mas pouco jogou; Lukasz Schmitz, que fez péssima temporada e precisava mudar de ares; Anthony Annan, sabe-sa lá como foi parar no Schalke;

BOLA FORA (CONTRATAÇÕES)

– O Colônia trouxe Henrique Sereno. Um verdadeiro Zé-Ninguém que estava no Porto. Quer fugir da degola como?

– Sokratis Papasthoopoulos veio pro Bremen pra ajudar a estabilizar a defesa do time de Thomas Schaaf. Mas entre Prödl, Naldo e o grego, prefiro os dois primeiros, sem pestanejar;

– O Schalke não deu só bola dentro nas contratações, mas errou ao trazer o limitado Marica. Pelo menos trouxeram pra ser reserva…;

BOLA FORA (SAÍDAS)

– O Leverkusen não tem um vasto número de atacantes e acabou (novamente) emprestando um jogador que poderia ser aproveitado no time principal: Zvonko Pamic, que se destaca nas seleções de base da Croácia. Ele jogará no Duisburg;

– O Stuttgart optou por emprestar o garoto Patrick Funk ao St. Pauli. Vi poucos jogos dele na última temporada, mas gostei mesmo assim. Acho que poderia disputar posição com o atual titular da lateral-direita, Boulahrouz;

– O Wolfsburg sofre tantos problemas na lateral direita e o jogador a ser vendido foi justamente Sascha Riether, atleta da posição. Não venderia, principalmente pro Colônia, que está abaixo dos Lobos.

– Sem oportunidades, Idrissou trocou o Monchengladbach pelo Eintracht Frankfurt. Pro atacante camaronês, é bom, jogará mais. Mas pros Potros nem tanto. O elenco não é dos melhores e pra este blogueiro, Idrissou é melhor que Hanke e Bobadilla, que pro técnico Lucien Favre estão à frente do camaronês;

Está fechado o primeiro balanço das transferências. Nos próximos dias, darei sequencia a análise.

Até a próxima!